quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

sagan like

Já tem meses que tenho contato diário com assuntos de ciência, especialmente em podcasts e vídeos.

Apesar de fascinante, me parece que isso me tira um pouco de sensibilidade. Sensibilidade no sentido de sentir as coisas mesmo, emoções e tal, não a sensibilidade táctil ou de qualquer outro sentido (apesar de que um alívio na dor nas costas seria bom).

É como se fosse uma balança, eu creio que o melhor é se ter um equilíbrio entre racional e emocional, pender pra qualquer lado por muito tempo acaba, de alguma forma, desregulando alguma coisa no cérebro que pode causar problemas no convívio social.

Ah, além dos podcasts e vídeos, vale citar a predominância do rap nas minhas playlists e não é segredo pra ninguém que o rap, pelo menos os que eu ouço, tendem a focar mais em discursos políticos, sociais e protesto do que em sentimentos. Se bem que o A286 faz isso de forma menos mecânica, vou falar sobre mais pra frente.

Diante deste fato, eu costumo tentar harmonizar essa balança de diversas formas, seja olhando fotos antigas, lendo textos que guardei, assistindo filmes (tipo BEMSL) e ouvindo músicas. Especialmente essa última.

(Eu tinha feito uma listinha com algumas, mas resolvi não publicar)

Enfim, todos temos um lado racional e outro emocional (que, aliás, são absolutamente dependentes um do outro), certas pessoas tem um deles mais evidente que outras, mas ter um equilíbrio de ambos me parece o ideal. Acreditando, claro, que tenhamos algum mínimo controle sobre isso.

Só pra eu não esquecer, quero fazer uma postagem falando de alguns filmes que me marcaram muito.

Bom, então é isso, p-pessoal!

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