terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Tarefa não tão fácil

Faz tempo que eu estava pra colocar títulos nas postagens. Na verdade nem sei porque deixei sem. Eu fazia o mesmo com redações na escola.

Achar um bom título é tão difícil quanto escrever o texto em certas situações.

(Obviamente não vou fazer tudo de uma vez)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

wpp

Sem condições isso.

Estou sem ir treinar há não sei quanto tempo e isso já está me deixando irritado. Cada hora é uma coisa.

Eu não queria, mas vou ter que ir em São João fazer uma ressonância. Sem contar o pé que não melhorou desde que o inseto misterioso me picou em dezembro.

Peso da idade? Não. Peso de escolhas ruins na vida. Nada que não possa ser mudado.

"Que o Sol da manhã, que descreve uma nova chance pra tentar, venha confortar seu coração..."
O mundo gira.


terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Parece desafiador, mas não é tanto

Cara, não dá pra jogar Tibia e ouvir podcast sobre energia escura (SciCast) ao mesmo tempo.

Eu quase morro porque tento prestar atenção no podcast e não entendo o podcast porque tenho que tentar não morrer.

Era muito mais fácil ouvir podcast de humor, de repente maratonar o Não Ouvo uma terceira vez...
Ou ouvir os comunistas de iPhone do Minuto de Silêncio.

Preciso procurar um novo pra ouvir.

sábado, 18 de janeiro de 2020

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

A teoria

Escrever um blog (ou mais de um) é uma forma interessante de eu compreender, futuramente, o que estava sentindo em determinado momento da vida.

Só que é meio genérico.

Isso porque em situações realmente complicadas eu acabo escrevendo pouco ou não abordando o assunto, especialmente se for no outro blog. Desde que criei este, a situação mudou um pouco e tenho me expressado sobre coisas mais profundas pra mim.

Hoje eu estava lendo umas postagens de 10 anos atrás e é meio difícil, somente através delas, saber o que estava se passando. Mas creio que, daqui 10 anos, eu vou ler as postagens deste blog e vou conseguir entender melhor.

Vamos ver.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

sábado, 11 de janeiro de 2020

Ainda sobre sonhos

Creio que esses sonhos mais estranhos tem a ver com uma estimulação sensorial excessiva, tanto antes de dormir quanto durante o sono.

Nesse de ontem, por exemplo, eu estava jogando antes de dormir e dormi com a monitor ligado e sem arrumar a cama.

Quando eu estava indo dormir mais corretamente eu arrumava a cama certinho, não usava computador ou celular pelo menos 30 minutos antes de deitar, deixava tudo bem escuro e o barulho que tinha no quarto era só do ventilador.

Esse é o problema de dormir fora do horário socialmente normal. Se você dorme a noite, a tendência é ter menos barulho, já se dorme de dia vai acabar tendo um sono conturbado.

Ah, hoje aconteceu de novo (sim, acordei agora há pouco) e tive um sonho MUITO MERDA, só que esse eu prefiro esquecer, tá doido, bicho...

Sobre sonhos

Eu preciso falar sobre um dos sonhos mais bizarros que já tive.

Foram 4 situações misturadas, uma que eu estava aqui na cama, uma em um evento, outra em uma casa que parecia a do meu pai e, por fim, em outro que não lembro praticamente nada.

Tiveram vários elementos, como um casa de vagalumes acasalando no meu quarto e eu tentando soltar eles lá fora sem machucá-los.

Também teve eu tentando ir embora da casa do meu pai e tentando impedir um cara lá de fazer merda. Não consigo recordar o que ele queria fazer, mas era algo grave.

Mas a parte mais... Estranha... Foi a do evento.

Era um lugar que tinha algumas salas na entrada antes do galpão do evento em si, onde haviam várias mesas e cadeiras e pessoas, óbvio. Não parecia nada formal, ninguém estava com roupas chiques.

Logo de cara e já notei que aquilo era um sonho por algo que vi próximo a porta, só que não lembro o que era.

Cheguei lá na parte da festa em si, já estava em mente que deveria procurar alguém. Eu sabia que era um sonho, mas não era um sonho normal, digamos, era tipo um sonho em camadas como no filme Inception. Quem estava sonhando não era eu, aqui, era o meu eu do sonho com os vagalumes.

Enfim, eu atravessei parte das mesas e vi um amigo sentado logo a frente. Ele estava com a já clássica camiseta laranja clara meio desbotada e de bermuda azul. Sentei com ele e fiquei olhando, me concentrando pra manter o foco e não acordar, dai eu perguntei algo aleatório e ele me respondeu com uma voz meio estranha, como se fosse um rádio com sintonia fraca. Eu falei pra ele "Cara, isso aqui é um sonho, a galera sente falta de você."  e ele respondeu "Eu sei, véio.". Acho que faz seis anos que não o vejo.

Daí ele apontou pro lado pra me mostrar uma outra pessoa vindo.

Ela veio, estava de calça jeans e uma camiseta azul com uns detalhes em vermelho nos braços (acho que nunca vi essa roupa, meu cérebro que deve ter criado), antes que eu fizesse qualquer coisa ela se sentou sobre meus joelhos, de lado, mas co o tronco virado pra mim e me abraçou. Fui tentar falar algo e ela disse "Não fala nada que isso aqui não vai durar muito.". Eu fiquei quieto. Realmente, não durou e eu acordei no quarto, na parte dos vagalumes.

Um detalhe sobre essa situação acima, o rosto do meu amigo, antes da pessoa chegar, começou a mudar de forma, como se eu não soubesse mais como ele é depois de tanto tempo afastado.

Como não podia deixar de ser, isso tudo me lembrou a parte final da cena da casa do filme BEMSL. Eu tinha ciência ali, na hora, que aquilo não era uma lembrança, que não havia acontecido e que eu ia acordar logo. Eu não tinha aquela lembrança, estava criando algo que não aconteceu.

Sendo este o Mural da Liberdade, preciso dizer que fiquei um pouco abalado com esse sonho. Foi algo simbolicamente forte de forma geral.

Eu precisava contar, pra não esquecer.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

Sonhei várias vezes com esse amigo, nas primeiras vezes ele não falava nada, nas últimas 3 vezes que ele falou algo. Curiosamente, meu primo me falou que acontece a mesma coisa com ele, com a mesma pessoa.

Possivelmente eu sonhei com ele porque a van que me leva ao trabalho mudou de percurso e está passando em frente a casa da mãe dele.

Um dos vagalumes tinha os olhos vermelhos. O do outro eram verdes. Na real não sei se são olhos aquilo ou apenas pontos de luz que parecem olhos. Eu estava de luvas quando os peguei, ao tentar soltá-los pela janela um deles enroscou a pata na luva e eu não consegui tirar. Eram bem fortes, creio que nem passarinho tem aquela força.

Acho que tive uma leve paralisia do sono em um dos momentos do sonho em que estava no quarto.

Ah, os cenários do sonho foram alternando entrei si, só essa última parte relatada antes das informações adicionais que aconteceu "em um take só".

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Ah, vá!

Se eu não gosto que interfiram nas minhas escolhas, quem sou eu pra sequer pensar em interferir nas dos outros?

Por isso eu fico na minha, cada um deve saber seu caminho.

Mas é... Estranho.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

cada escolha...

Cada vez que vou apertar o aparelho ortodôntico eu me pergunto: Por que, depois de velho, fui inventar de colocar isso?

Só uma reflexão no nono dia de janeiro.

Abraços.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

sagan like

Já tem meses que tenho contato diário com assuntos de ciência, especialmente em podcasts e vídeos.

Apesar de fascinante, me parece que isso me tira um pouco de sensibilidade. Sensibilidade no sentido de sentir as coisas mesmo, emoções e tal, não a sensibilidade táctil ou de qualquer outro sentido (apesar de que um alívio na dor nas costas seria bom).

É como se fosse uma balança, eu creio que o melhor é se ter um equilíbrio entre racional e emocional, pender pra qualquer lado por muito tempo acaba, de alguma forma, desregulando alguma coisa no cérebro que pode causar problemas no convívio social.

Ah, além dos podcasts e vídeos, vale citar a predominância do rap nas minhas playlists e não é segredo pra ninguém que o rap, pelo menos os que eu ouço, tendem a focar mais em discursos políticos, sociais e protesto do que em sentimentos. Se bem que o A286 faz isso de forma menos mecânica, vou falar sobre mais pra frente.

Diante deste fato, eu costumo tentar harmonizar essa balança de diversas formas, seja olhando fotos antigas, lendo textos que guardei, assistindo filmes (tipo BEMSL) e ouvindo músicas. Especialmente essa última.

(Eu tinha feito uma listinha com algumas, mas resolvi não publicar)

Enfim, todos temos um lado racional e outro emocional (que, aliás, são absolutamente dependentes um do outro), certas pessoas tem um deles mais evidente que outras, mas ter um equilíbrio de ambos me parece o ideal. Acreditando, claro, que tenhamos algum mínimo controle sobre isso.

Só pra eu não esquecer, quero fazer uma postagem falando de alguns filmes que me marcaram muito.

Bom, então é isso, p-pessoal!

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

are my balls plain?

Eu preciso compartilhar uma coisa, antes que eu esqueça.

Essa madrugada, antes de escrever a postagem anterior, eu estava assistindo um vídeo onde um físico assistia um quadro de um programa de TV onde pessoas envolvidas com ciência tentavam convencer um maluco terraplanista de que ele estava errado.

Esse tipo de vídeo é divertido e cringe ao mesmo tempo.

Mas teve uma parte que dei uma puta gargalhada em plena madrugada, na hora do almoço vou postar o link da parte específica.

https://youtu.be/_uaXNY3dA2g?t=1289

(até 22:20)

"Ótima pergunta"

HAHAHAHAHAHAHA

Bicho, eu racho de rir com essas coisas.

parte 2

Vamos lá.

Paralela a história principal, tem a história da Mary (personagem da Kirsten Dunst) com o doutor responsável pela criação do método de apagar memória.

Pelo que se entende, eles tiveram um caso e ele, pra não perder a sua esposa, convenceu ela a fazer o procedimento.

Só que a história se repete, ela se apaixona por ele novamente. Por quê?

Bom, foram apagadas memórias, mas se ela continuou trabalhando com ele, logicamente as mesmas coisas que fizeram ela se apaixonar num primeiro momento acabariam acontecendo novamente. Bastante intuitivo, na verdade. Se fosse ver "o certo", ela teria que nunca mais ter contato algum com ele.

Já no caso da Clementine fica tudo um pouco mais abstrato.

Imagine uma pessoa que você se relacionou por algum tempo, uma relação próxima. Vamos supor que você tenha uma super memória e consiga lembrar de todos os itens físicos que tem alguma relação com ela e que todos os momentos ligados aqueles objetos fossem apagados. Suponhamos, também, que não fosse só a pessoa apagada e si todo o momento que aquilo ocorreu.

Focando em apenas um momento,você se encontrou com a pessoa em um parque, conversaram, jogaram pedras no lago, observaram as estrelas, etc. Tudo isso durou das 15:00h até as 21:00h. Se aquele momento todo for apagado, caso você se lembre daquele dia por algum outro motivo (trabalho, conversa com alguma outra pessoa importante, etc), você vai perceber que tem algo errado, vai ter um branco ali no meio "Peraí, o que eu fiz das 14:30h até as 21:30h?"

Seria como uma amnésia alcoólica forte. E quem já sofreu disso, sabe que, apesar de você não lembrar do que aconteceu naquele intervalo, você sabe que tá faltando algo ali.

Isso sem contar das coisas mais abstratas que nos ligam a outra pessoas. Eu não conseguiria listar, nem que eu quisesse e tentasse muito*, listar tudo que me faz lembrar uma pessoa que tenha sido minimamente importante na minha vida. A memória em si não funciona assim. Perdi as contas de quantas vezes uma série de situações combinadas geraram um gatilho de memória em mim. Coisas que, isoladas, não teriam causado isso.

O que quero dizer é que, apesar de ser tão poético a cena em que o novo namorado dela (que está imitando o Joel) fala algo pra ela no lago congelado e ela levanta e vai embora como se algo tivesse errado, não foi a entidade AMOR que fez isso, acontece que o Joel não tinha sido totalmente apagado.

A única maneira de você apagar totalmente uma pessoa é você excluir TODO O PERÍODO, do dia que você a conheceu até o dia que você passou pelo procedimento. Seria como acordar de um coma.

Me parece um preço alto demais.

GENTE, POR FAVOR, eu sei que o filme não quer ser cientificamente acurado, é muito mais sobre uma questão filosófica das relações entre pessoas do que qualquer outra coisa. E, nesse quesito, é um filme maravilhoso.

Possivelmente ficou parecendo que eu racionalizei a porra toda, mas foi isso mesmo. Sou desses.

É que já faz alguns dias que assisti o filme, então eu já vesti minha armadura novamente hahahahaha!

Vai ter uma terceira parte, talvez seja a mais pesada, mas não sei quando vou postar.

(*) Estava tocando "In the End" e, bem na hora que escrevi "tentasse muito", o Chester cantou "I tried so hard". Achei uma coincidência engraçada.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020