https://www.youtube.com/watch?v=bpOSxM0rNPM
Sempre que ouço essa música, penso como seria legal ver esse clipe bêbado.
São os planos pra hoje.
sábado, 30 de junho de 2018
1
Se eu tivesse uma internet minimamente decente, especialmente no quesito upload, eu faria vídeos ao invés de escrever aqui. Eu tenho essa vontade desde muito tempo.
Acho que vou até gravar alguns vídeos e deixar salvos, criar um - outro - canal e upar quando der. Eu não postaria o link no Facebook, porque eu não ia querer que ninguém de lá visse. Isso porque a maioria das pessoas simplesmente não sabe interpretar um texto, quem dirá entender a confusão dos meus pensamentos.
"Mas, hey, mãe! Por mais que a gente cresça, há sempre alguma coisa que a gente não consegue entender"
De 2016 pra cá, fiz várias coisas que eu estava postergando e pretendo fazer outras mais. Sabe, faz bem, mesmo que não dê certo.
Bom, pensando nisso, acho que vou ter que tirar algumas coisas das gavetas e de trás do guarda-roupas. Já vou tomar um anti-histamínico de antemão, porque poeira é mato.
Vamos ver cenas dos próximos capítulos.
Não precisa fazer sentido pra fazer sentido.
Acho que vou até gravar alguns vídeos e deixar salvos, criar um - outro - canal e upar quando der. Eu não postaria o link no Facebook, porque eu não ia querer que ninguém de lá visse. Isso porque a maioria das pessoas simplesmente não sabe interpretar um texto, quem dirá entender a confusão dos meus pensamentos.
"Mas, hey, mãe! Por mais que a gente cresça, há sempre alguma coisa que a gente não consegue entender"
De 2016 pra cá, fiz várias coisas que eu estava postergando e pretendo fazer outras mais. Sabe, faz bem, mesmo que não dê certo.
Bom, pensando nisso, acho que vou ter que tirar algumas coisas das gavetas e de trás do guarda-roupas. Já vou tomar um anti-histamínico de antemão, porque poeira é mato.
Vamos ver cenas dos próximos capítulos.
Não precisa fazer sentido pra fazer sentido.
sexta-feira, 29 de junho de 2018
GG
Eu prefiro ficar quieto do que envolver as pessoas nos meus problemas, eu sempre pensei assim. Muito disso vem de um raciocínio meio besta de não querer trazer mais problema pras pessoas.
O grande efeito colateral disso é que essas pessoas que eu tento "proteger" dos meus problemas, são as mesmas que chegam me apontando 30 dedos, me questionando dos porquês de coisas que eu não quero compartilhar.
Você só sabe quando uma situação é difícil quando você é o afetado por ela. E não adianta eu querer explicar (não quero), porque não tem como as pessoas entenderem algo que elas nunca vão passar.
Seria como um branco achar que sabe o que é ser negro em um país racista. Quer dizer, o branco pode até fazer um "black face de corpo todo", de uma forma que fique realmente parecendo um negro, ir pra algum lugar e sentir aquilo na pele. Mas, no final do dia, ele vai tirar a maquiagem e vai voltar a vida normal. Analogamente, seria a mesma diferença entre o medo que se sente assistindo um filme de terror e o medo de se morar em um lugar em guerra.
Voltando, essa noite foi uma dessas em que me questiono sobre se está valendo a pena me submeter a determinadas situações. Porque era eu lá, naquela sala, não era filho da puta nenhum que pensa que sabe alguma coisa da porra da minha vida. Quem passou por aquilo fui eu ontem, sou eu agora e serei eu amanhã. As opções eu não tive, só as consequências.
E, além disso, agora também tenho as dúvidas se vai valer a pena. E se isso se tornar algo insustentável daqui algum tempo?
Eu vou dormir com essa bosta de questionamento na cabeça, vou ficar mal com crise de ansiedade por mais uns dias, só depois que conseguirei ver tudo com mais clareza.
Talvez eu esteja sendo exigente demais comigo mesmo. Mas, ao mesmo tempo, penso que o que me levou a esse problema foi justamente não ter sido exigente o suficiente quando eu era mais jovem.
Bom, é isso.
-----
Só um adendo, eu estava assistindo um vídeo do Tavião, acabei me lembrando de um álbum do Korn que tenho aqui (acho que foi o primeiro CD que tive) e coloquei pra tocar. Cara, que foda. Quantos dias e noites ouvindo isso sozinho em casa e pulando igual um louco e gritando os refrões. Ah, que saudade de ter tão pouco pra me preocupar...
O grande efeito colateral disso é que essas pessoas que eu tento "proteger" dos meus problemas, são as mesmas que chegam me apontando 30 dedos, me questionando dos porquês de coisas que eu não quero compartilhar.
Você só sabe quando uma situação é difícil quando você é o afetado por ela. E não adianta eu querer explicar (não quero), porque não tem como as pessoas entenderem algo que elas nunca vão passar.
Seria como um branco achar que sabe o que é ser negro em um país racista. Quer dizer, o branco pode até fazer um "black face de corpo todo", de uma forma que fique realmente parecendo um negro, ir pra algum lugar e sentir aquilo na pele. Mas, no final do dia, ele vai tirar a maquiagem e vai voltar a vida normal. Analogamente, seria a mesma diferença entre o medo que se sente assistindo um filme de terror e o medo de se morar em um lugar em guerra.
Voltando, essa noite foi uma dessas em que me questiono sobre se está valendo a pena me submeter a determinadas situações. Porque era eu lá, naquela sala, não era filho da puta nenhum que pensa que sabe alguma coisa da porra da minha vida. Quem passou por aquilo fui eu ontem, sou eu agora e serei eu amanhã. As opções eu não tive, só as consequências.
E, além disso, agora também tenho as dúvidas se vai valer a pena. E se isso se tornar algo insustentável daqui algum tempo?
Eu vou dormir com essa bosta de questionamento na cabeça, vou ficar mal com crise de ansiedade por mais uns dias, só depois que conseguirei ver tudo com mais clareza.
Talvez eu esteja sendo exigente demais comigo mesmo. Mas, ao mesmo tempo, penso que o que me levou a esse problema foi justamente não ter sido exigente o suficiente quando eu era mais jovem.
Bom, é isso.
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Só um adendo, eu estava assistindo um vídeo do Tavião, acabei me lembrando de um álbum do Korn que tenho aqui (acho que foi o primeiro CD que tive) e coloquei pra tocar. Cara, que foda. Quantos dias e noites ouvindo isso sozinho em casa e pulando igual um louco e gritando os refrões. Ah, que saudade de ter tão pouco pra me preocupar...
segunda-feira, 25 de junho de 2018
frdm fghtr
Sequer tive uma chance.
Sequer tive escolha.
"As coisas são assim e você tem que aprender a conviver com isso".
Pau no seu cu.
Ser livre é muito mais do que não estar preso, liberdade é ligada a nossa mente.
Apesar do mundo e das pessoas tentarem me manter preso, eu me sinto livre. Sou livre, inclusive, pra escolher ficar, pra não ir embora, pra não abandonar as pessoas, pra decidir não tomar um caminho, pra expressar o que eu sinto só se eu quiser, pra não aceitar menos, pra não fazer média pra agradar os outros se isso me deixar mal.
Ainda assim, eu queria ter tido uma chance, queria ter tido escolha.
Mas as coisas são assim e eu tenho que aprender a conviver com isso.
Sequer tive escolha.
"As coisas são assim e você tem que aprender a conviver com isso".
Pau no seu cu.
Ser livre é muito mais do que não estar preso, liberdade é ligada a nossa mente.
Apesar do mundo e das pessoas tentarem me manter preso, eu me sinto livre. Sou livre, inclusive, pra escolher ficar, pra não ir embora, pra não abandonar as pessoas, pra decidir não tomar um caminho, pra expressar o que eu sinto só se eu quiser, pra não aceitar menos, pra não fazer média pra agradar os outros se isso me deixar mal.
Ainda assim, eu queria ter tido uma chance, queria ter tido escolha.
Mas as coisas são assim e eu tenho que aprender a conviver com isso.
read it
"Slippin in my faith
Until I fall
You never returned that call
Woman, open the door
Don't let it stay
I want to breathe that fire again"
Não consigo lembrar o motivo dessa música ter se tornado tão significativa pra mim, mas lembro de quando isso aconteceu. Por algum motivo eu voltei lá e vivi tudo novamente.
Cheguei a esquecer dela por alguns anos, mas como muita coisa na minha vida, ela acabou voltando.
As vezes eu penso em meios de sair dessas porras de loopings temporais sádicos.
Quem deveria dar o primeiro passo? Eu já corri a maratona toda.
Can you read my mind?
Until I fall
You never returned that call
Woman, open the door
Don't let it stay
I want to breathe that fire again"
Não consigo lembrar o motivo dessa música ter se tornado tão significativa pra mim, mas lembro de quando isso aconteceu. Por algum motivo eu voltei lá e vivi tudo novamente.
Cheguei a esquecer dela por alguns anos, mas como muita coisa na minha vida, ela acabou voltando.
As vezes eu penso em meios de sair dessas porras de loopings temporais sádicos.
Quem deveria dar o primeiro passo? Eu já corri a maratona toda.
Can you read my mind?
domingo, 24 de junho de 2018
but not me
Estamos no inverno, mas a noite está bem quente.
Mais uma vez eu estava dentro de uma igreja, observando alguém próximo a mim se casando.
Cara, foi bonito mesmo. Ambos estavam realmente emocionados com aquilo, realmente era algo importante pra eles e eu fiquei feliz por vê-los felizes.
O padre "chamou a atenção" deles, pelo fato de terem demorado muito pra chegar aquele ponto. Foram 11 anos.
E eu lembro quando eles começaram a namorar, ela tinha 14 e ele 17. Eles estiveram lado a lado por diversas situações difíceis, muitos problemas, e todas essas coisas.
Eu admiro, em partes, pessoas como eles, que dividiram a vida juntos, mesmos sendo ainda jovens.
Digo "em partes" porque, no fundo, não consigo me identificar com isso.
Fui criado assistindo filmes e ouvindo histórias sobre pessoas que começaram a namorar ainda bem jovens (14~16 anos) e mantiveram isso pra sempre ou, mesmo que não tenha durado, a história ainda permaneceu.
Mas eu não vivi isso, eu não sei.
Eu até gostava de alguém, mas não era como se fosse amor, era outra coisa. Tinha uma pessoa que ia na porta da minha sala na escola pra me esperar sair, pra ir embora comigo e eu ODIAVA aquilo. Eu até gostava dela, mas eu me sentia constrangido, como se fosse algo errado. Caralho, que loucura, eu havia esquecido disso. Hoje em dia eu vejo essa pessoa vez ou outra e é como ver uma estranha.
Resumindo, a única coisa que passou perto de um "amor adolescente" eu fiz questão de de jogar pra escanteio. Mas eu não me arrependo disso não.
Eu tenho quase certeza que li um artigo sobre a importância de experiências do tipo na adolescência, sobre como elas formam adultos emocionalmente mais estruturados, mas não vou procurar isso agora. Porém, se for verdade, isso explica muita coisa sobre eu simplesmente não saber lidar com essas coisas.
Nem pra ser adolescente eu servi. Tenho mais pra falar sobre isso (apesar que acho que já falei anos atrás em outro lugar), mas não agora.
É uma droga de noite quente. Acho que vou tomar um banho.
Mais uma vez eu estava dentro de uma igreja, observando alguém próximo a mim se casando.
Cara, foi bonito mesmo. Ambos estavam realmente emocionados com aquilo, realmente era algo importante pra eles e eu fiquei feliz por vê-los felizes.
O padre "chamou a atenção" deles, pelo fato de terem demorado muito pra chegar aquele ponto. Foram 11 anos.
E eu lembro quando eles começaram a namorar, ela tinha 14 e ele 17. Eles estiveram lado a lado por diversas situações difíceis, muitos problemas, e todas essas coisas.
Eu admiro, em partes, pessoas como eles, que dividiram a vida juntos, mesmos sendo ainda jovens.
Digo "em partes" porque, no fundo, não consigo me identificar com isso.
Fui criado assistindo filmes e ouvindo histórias sobre pessoas que começaram a namorar ainda bem jovens (14~16 anos) e mantiveram isso pra sempre ou, mesmo que não tenha durado, a história ainda permaneceu.
Mas eu não vivi isso, eu não sei.
Eu até gostava de alguém, mas não era como se fosse amor, era outra coisa. Tinha uma pessoa que ia na porta da minha sala na escola pra me esperar sair, pra ir embora comigo e eu ODIAVA aquilo. Eu até gostava dela, mas eu me sentia constrangido, como se fosse algo errado. Caralho, que loucura, eu havia esquecido disso. Hoje em dia eu vejo essa pessoa vez ou outra e é como ver uma estranha.
Resumindo, a única coisa que passou perto de um "amor adolescente" eu fiz questão de de jogar pra escanteio. Mas eu não me arrependo disso não.
Eu tenho quase certeza que li um artigo sobre a importância de experiências do tipo na adolescência, sobre como elas formam adultos emocionalmente mais estruturados, mas não vou procurar isso agora. Porém, se for verdade, isso explica muita coisa sobre eu simplesmente não saber lidar com essas coisas.
Nem pra ser adolescente eu servi. Tenho mais pra falar sobre isso (apesar que acho que já falei anos atrás em outro lugar), mas não agora.
É uma droga de noite quente. Acho que vou tomar um banho.
sábado, 23 de junho de 2018
the matrix
Você já olhou pra uma situação na vida e pensou "É, essa bosta não tem solução."? Estou meio assim de uns dias pra cá. Todas as alternativas que tento criar, acabam sempre em um beco sem saída ou em algo inalcançável.
Esse tipo de coisa me faz pensar no quão bobas são certas preocupações menores que tenho.
Será que nós, humanos pensantes, sentimos a necessidade de ter algo pra nos tirar a paz? Se não tem algo realmente grave, criamos situações menores.
Lembra do Agent Smith dizendo pro Neo que quando implantaram uma Matrix onde todos eram felizes, milhares de pessoas morreram (no mundo real) por não ter problemas naquela realidade.
Posso compreender isso mais claramente hoje em dia.
Esse tipo de coisa me faz pensar no quão bobas são certas preocupações menores que tenho.
Será que nós, humanos pensantes, sentimos a necessidade de ter algo pra nos tirar a paz? Se não tem algo realmente grave, criamos situações menores.
Lembra do Agent Smith dizendo pro Neo que quando implantaram uma Matrix onde todos eram felizes, milhares de pessoas morreram (no mundo real) por não ter problemas naquela realidade.
Posso compreender isso mais claramente hoje em dia.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Esqueci já
Corri aqui pra contar um sonho meio bizarro que tive.
Resumindo, porque acabei de perceber que já esqueci algumas partes, estávamos indo de carro de uma cidade pra outra, mas no meio do caminho tínhamos que ficar trocando de carro because of reasons, A estrada tinha umas marcações no acostamento que era onde você tinha que deixar um carro pra pegar outro. Também havia tipo uma cobertura (sombra) em certos ponto da pista.
Depois de alguns problemas na troca dos carros, chegamos em uma dessas lojas de conveniência grandes na beira da estrada e fomos no banheiro. Era um lugar bem grande, as pinhas tinham 6 sabonetes em volta delas (???) e tinha um cara que vinha fechando as torneiras no caso de você demorar pra fechar (será que nunca viram as torneiras automáticas?). Se não estou viajando muito, acho que tinha um balcão de bar também, com um cara vendendo bebidas.
Depois fomos pra um outro lugar que parecia um puteiro, cheio de luzes coloridas e gente se esfregando. Pensando bem, talvez fosse apenas uma festa de jovens de hoje.
A merda é que as partes mais estranhas eu já não lembro mais. Também não lembro quem estava comigo. Acho que tinha um colega da época da escola e um amigo que não vejo há 5 anos.
Falando nele (nesse amigo), ontem a noite eu estava dando um perdido no bairro e passei perto da casa da mãe dele. Como a vida muda rápido, uma hora daquela, 5 anos atrás, eu estaria ali por perto também, mas indo chamar ele pra ficarmos falando bobagem até tarde.
Posteriormente vou escrever um texto meio ácido sobre as tristezas do homem, mas hoje não estou com cabeça pra isso.
Ah, fui ver o blog ontem e notei que as letras estão muito pequenas e ruim pra ler, acho que vou mudar o esquema de cores e alterar a fonte.
Resumindo, porque acabei de perceber que já esqueci algumas partes, estávamos indo de carro de uma cidade pra outra, mas no meio do caminho tínhamos que ficar trocando de carro because of reasons, A estrada tinha umas marcações no acostamento que era onde você tinha que deixar um carro pra pegar outro. Também havia tipo uma cobertura (sombra) em certos ponto da pista.
Depois de alguns problemas na troca dos carros, chegamos em uma dessas lojas de conveniência grandes na beira da estrada e fomos no banheiro. Era um lugar bem grande, as pinhas tinham 6 sabonetes em volta delas (???) e tinha um cara que vinha fechando as torneiras no caso de você demorar pra fechar (será que nunca viram as torneiras automáticas?). Se não estou viajando muito, acho que tinha um balcão de bar também, com um cara vendendo bebidas.
Depois fomos pra um outro lugar que parecia um puteiro, cheio de luzes coloridas e gente se esfregando. Pensando bem, talvez fosse apenas uma festa de jovens de hoje.
A merda é que as partes mais estranhas eu já não lembro mais. Também não lembro quem estava comigo. Acho que tinha um colega da época da escola e um amigo que não vejo há 5 anos.
Falando nele (nesse amigo), ontem a noite eu estava dando um perdido no bairro e passei perto da casa da mãe dele. Como a vida muda rápido, uma hora daquela, 5 anos atrás, eu estaria ali por perto também, mas indo chamar ele pra ficarmos falando bobagem até tarde.
Posteriormente vou escrever um texto meio ácido sobre as tristezas do homem, mas hoje não estou com cabeça pra isso.
Ah, fui ver o blog ontem e notei que as letras estão muito pequenas e ruim pra ler, acho que vou mudar o esquema de cores e alterar a fonte.
quinta-feira, 21 de junho de 2018
#MDL
Estava eu, novamente, passeando pelas listas do Spotify, quando me deparo com uma banda que eu não ouvia falar há uns bons 8 anos (ou mais). O nome da bendita é Dance of Days (ficou bem conhecida uma época pelo "hábito" do vocalista de se relacionar, digamos, de forma não-exatamente-legal com algumas fãs em idades não apropriadas).
Eu não ouvia essa banda na época, porque ela fazia parte da "emo wave" de 2005~2006. Cara, essas bostas realmente me irritavam, porque eu gostava muito de hardcore e o emo é uma subdivisão do hardcore (EMOtional hardCORE), então a galera vivia rotulando várias bandas hardcore de emo só porque tinham uma ou outra música mais emo. Acho que várias bandas sofreram com isso, Jimmy Eat World foi uma delas (apesar de não ser exatamente hardcore per si).
Traçando um paralelo 2006-2018, podemos dizer que hoje temos músicas bem bostas também, então botei pra ouvir uma playlist de emo nacional/internacional pra ver se minha visão havia mudado com o passar dos anos (ela ainda está tocando, inclusive, acabou de começar a tocar Broken, do Seether, que não é emo, tampouco hardcore)
Cara, realmente, tem música que simplesmente NÃO DÁ PRA ESCUTAR. Ruim demaaaaaaais. Salva algumas, mas a imensa maioria era e ainda é muito ruim. O que tem de bom nessa lista, dentro do que se encaixa no amplo espectro do hardcore, são justamente as bandas que vão mais pro lado do hardcore/post-hardcore. O que fica só no emo é muito ruim, especialmente as brasileiras.
Massssss... Essas porcarias me lembram muito essa época de merda que, fazendo um paralelo com a época de merda de agora, nem parecia tão ruim.
Sabe, pelo menos eu podia sentar na calçada com os parça e ficar falando bosta até tarde. Sério, acho que isso era a única coisa que me ajudava a sair da depressão fodida que eu tava.
E, como um grande ciclo filho da puta que é a vida, eu acabo voltando pra música A Lista, do Oswaldo Montenegro, e passo horas pensando sobre as desventuras da vida e tentando entender os motivos que nos levaram a tomar as decisões que tomamos.
E agora nem falo só dos amigos, mas da vida em si.
Por que eu não estou casado? Por que sábado vou em mais um casamento de um primo e não sinto a menor expectativa de que passarei por isso um dia? Por que não me mudei pra São Paulo em 2005? Por que acreditei que certas coisas não eram efêmeras como praticamente tudo que tange o campo das emoções humanas?
Se nem o Universo é eterno, por que outras coisas seriam?
Sejam estes os fatos, sejamos nós, portanto, os protagonistas.
Que este lugar me traga a paz que preciso, que, ao mesmo tempo, me aproxime e me afaste da realidade.
Sem culpas, sem medos, sem amarras.
Seja este, agora, meu Mural da Liberdade.
Eu não ouvia essa banda na época, porque ela fazia parte da "emo wave" de 2005~2006. Cara, essas bostas realmente me irritavam, porque eu gostava muito de hardcore e o emo é uma subdivisão do hardcore (EMOtional hardCORE), então a galera vivia rotulando várias bandas hardcore de emo só porque tinham uma ou outra música mais emo. Acho que várias bandas sofreram com isso, Jimmy Eat World foi uma delas (apesar de não ser exatamente hardcore per si).
Traçando um paralelo 2006-2018, podemos dizer que hoje temos músicas bem bostas também, então botei pra ouvir uma playlist de emo nacional/internacional pra ver se minha visão havia mudado com o passar dos anos (ela ainda está tocando, inclusive, acabou de começar a tocar Broken, do Seether, que não é emo, tampouco hardcore)
Cara, realmente, tem música que simplesmente NÃO DÁ PRA ESCUTAR. Ruim demaaaaaaais. Salva algumas, mas a imensa maioria era e ainda é muito ruim. O que tem de bom nessa lista, dentro do que se encaixa no amplo espectro do hardcore, são justamente as bandas que vão mais pro lado do hardcore/post-hardcore. O que fica só no emo é muito ruim, especialmente as brasileiras.
Massssss... Essas porcarias me lembram muito essa época de merda que, fazendo um paralelo com a época de merda de agora, nem parecia tão ruim.
Sabe, pelo menos eu podia sentar na calçada com os parça e ficar falando bosta até tarde. Sério, acho que isso era a única coisa que me ajudava a sair da depressão fodida que eu tava.
E, como um grande ciclo filho da puta que é a vida, eu acabo voltando pra música A Lista, do Oswaldo Montenegro, e passo horas pensando sobre as desventuras da vida e tentando entender os motivos que nos levaram a tomar as decisões que tomamos.
E agora nem falo só dos amigos, mas da vida em si.
Por que eu não estou casado? Por que sábado vou em mais um casamento de um primo e não sinto a menor expectativa de que passarei por isso um dia? Por que não me mudei pra São Paulo em 2005? Por que acreditei que certas coisas não eram efêmeras como praticamente tudo que tange o campo das emoções humanas?
Se nem o Universo é eterno, por que outras coisas seriam?
Sejam estes os fatos, sejamos nós, portanto, os protagonistas.
Que este lugar me traga a paz que preciso, que, ao mesmo tempo, me aproxime e me afaste da realidade.
Sem culpas, sem medos, sem amarras.
Seja este, agora, meu Mural da Liberdade.
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