domingo, 31 de março de 2019

Observando meus memes, cheguei a conclusão que não posso postar a maioria porque são realmente potencialmente ofensivos.

Alguns, inclusive, é melhor eu até deletar, eu havia esquecido deles. Foram de uma época em que eu achava muito engraçado ir contra o "politicamente correto".

Hoje em dia sou uma pessoa bem mais socialmente consciente e isso não tem nada a ver com política.

Ah, gostaria de lembrar que amanhã já começa o quarto mês do ano.

Abraço!

memes potencialmente ofensivos

Agora este é um blog de memes.


 Claramente eu quando os brother não queriam ir nos lugares.



Agora toda mandala é uma potencial Nelson Mandala.




Essa aqui eu tenho vontade de postar na linha do tempo de alguns colegas de trabalho que apreciam mulheres com bônus, mas acho que as esposas/namoradas deles não ficariam contentes.



Ah, se eu pudesse postar no Facebook e marcar...



 Eu ontem. Mas como não tinha ninguém pra me responder, não bebi e fui dormir.



O senso de humor desse cara é um objetivo meu.

sábado, 30 de março de 2019

A música da noite de sábado.

É hoje, hein?

Só queria saber o que tá acontecendo hahahahaha

Acho que meu eu dos anos 2000 ficaria muito surpreso (ou decepcionado).

As músicas que ouvirei hoje vão seguir o trecho da música da Pitty "Ladeira abaixo, é assim a noite inteira".

calem a boca

O conhecimento traz poder, mas nem todos estão preparados pra isso.

Só imagino o quanto de coisas um cara que chega, por exemplo, a presidência de um país sabe. Não falo de conhecimento acadêmico (vide nossos governantes atuais e anteriores) e sim de saber do que acontece de verdade, coisas que ficam fora do radar da maioria das pessoas e da imprensa. Coisas erradas, coisas obscuras, coisas que poderiam mudar os rumos do mundo.

Numa escala menor, estamos nós e nossa imensa ignorância travestida de arrogância.

O que você sabe realmente sobre o mundo ao seu redor? Sobre as pessoas que convivem com você? Nada. Você só sabe o que elas querem te mostrar ou o que você teve a "sorte" de descobrir.

Ao longo da minha vida, em várias ocasiões, eu estava, digamos, no lugar errado e na hora errada. Muitas dessas situações me trouxeram conhecimento de determinados fatos que eu talvez escolhesse não saber sobre.

Também há aquelas situações em que pessoas te contam coisas que você não perguntou ou não decidiu receber tal informação. Esse é um dos motivos de eu ODIAR pessoas fofoqueiras e de não querer saber da vida de ninguém. Thanks to heavens for my earphones, que me protegem de saber das fofocas do dia na ida e volta do trabalho. Mas nem sempre posso estar de fone e mais de uma vez eu fui extremamente grosso com algumas pessoas - "Não quero saber disso, não me interessa a vida dessa pessoa" - e não me arrependo.

Ainda assim, nem sempre há tempo pra eu dar minhas patadas de antemão.

Analisando friamente, eu devo saber mais sobre a vida dos outros do que essas mesmas pessoas sabem sobre a minha e eu odeio isso. Não que eu queira que eles saibam sobre a minha, penso mais num placar de 0 x 0.

Nos tornamos responsáveis por aquilo que sabemos, mesmo que não tenha sido nossa escolha.

Enfim, se conhecimento traz poder, qual poder isso realmente nos traz? A única coisa boa disso é que quando uma pessoa me fala sobre a vida de outra, essa que me contou entra automaticamente na minha lista de "not trusted".

Pensando bem, talvez o real poder que isso nos traz é sermos capazes de decidir de verdade se aquelas informações vão nos afetar ou afetar nossa relação com as pessoas. É uma decisão difícil e deve ser tomada várias vezes ao dia, continuamente.

Ainda assim, há muito que eu gostaria de não saber.

"O conhecimento liberta" - Creio que isso se refira ao conhecimento científico, porque de resto...

A verdade nunca me libertou, então eu mesmo o fiz.
Estou feliz porque achei uma versão em melhor resolução desta imagem:



Também achei uma outra, com a mesma temática:



Porém, o preço que paguei pra encontrar isso pode ter sido alto demais hahahahaha

Abraço!

sexta-feira, 29 de março de 2019

3

Uma pessoa acabou de falar comigo por uns 5 minutos e eu não ouvi nada do que ela disse.

Pelo menos ela não me perguntou nada, porque eu ficaria totalmente vendido.

Meu desejo pra hoje é não ficar com dor de estômago e poder tomar minha vodka amanhã, mas de leve.

Lembro de quando sexta-feira era o dia mais aguardado da minha semana. Hoje ainda é, mas os motivos são diferentes.

Meus amigos, o tempo passa.

"Ladeira abaixo, é assim a noite inteira"

quinta-feira, 28 de março de 2019

a revolução traída

A postagem anterior foi a ducentésima publicada. O total de textos é 207, mas 7 deles eu não publiquei (e talvez nunca publique).

Como curiosidade, meus dois outros blogs - F4E e HaN - possuem, respectivamente, 60/58 e 207/16 (publicados/não publicados) textos.

Por algum motivo escrevi bem mais neste blog aqui do que nos outros, considerando períodos de tempo semelhantes.

A publicação de hoje era pra ser sobre mais um filme, mas realmente não estou com cabeça pra escrever de qualquer assunto um pouco mais profundo ou complexo.

Uma curiosidade sobre a minha postagem do dia 14 de março (15 anos de Tibia): Eu escrevi o texto neste blog, mas depois copiei pro HaN porque queria compartilhar a postagem no Facebook. Só que tive que suprimir uma pequena parte do texto, visto que a pessoa a quem me referia ali poderia ler e com certeza saberia que eu falava sobre ela. Não era nada demais na verdade, mas sei que era algo que talvez a afetasse negativamente (lembranças ruins) e preferi retirar.

Outro detalhe é que não sei se eu já tinha contado isso antes (sobre a supressão da pequena porção textual), é bizarro eu lembrar de coisas de 25 anos atrás e não lembrar direito do que escrevi há 10 dias.

200

"Sentir raiva é vingar-se das falhas dos outros em si próprio." - Pope, Alexander

Não sei, não concordo 100% com isso.. Até porque, muitas vezes, a raiva não tem um alvo específico.

Ontem, por exemplo, eu estava com muita raiva e não era de ninguém e sim de situações que tinham ocorrido.

Tem até seu fundo de coerência, mas depende. Também acho que um pouco de raiva pode servir de combustível pra coisas boas.

PS: Sempre que vejo qualquer frase de Alexander Pope eu lembro, inevitavelmente, de um livro do Dan Brown, O Código Da Vinci.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Todo castigo pra corno é pouco.

Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.
Todo castigo pra corno é pouco.

Meu sono está completamente descontrolado. Tenho ido dormir entre 19:30h e 20:00h e acordo próximo das 4:00h da manhã.

Isso é extremamente improdutivo, não estou conseguindo fazer nada do que preciso fazer.

Nem sei mais de porra nenhuma, deve estar acontecendo algo comigo.

Break.

fel

"Puxa que eu vou indo junto
Quem fala primeiro?
Fecha esse olho
Pra sentir"

Caralho, mano, puta música depressiva. Mas eu gostei, ótima pra dar aquela dormida (não estou falando que é chato igual algumas do Coldplay).

Eu gosto desse tipo de música, são ótimas pra ficar lá de boa, sem pensar em nada, só ouvindo.

Ah, o nome da música, né?

Nina Fernandes - Cruel



Aliás, impressionante como meu gosto musical está bem mais amplo hoje em dia.

terça-feira, 26 de março de 2019

faz tudo que

Eu ia escrever mais sobre bandas que eu odeio, mas resolvi parar com isso porque acabei descobrindo que nem tem tantas assim. Além do mais, lembrar dessas bandas sempre acaba me trazendo alguma lembrança bem merda, como foi no caso da última postagem.

Então eu quero falar um pouco sobre alguns filmes que eu gostei e os motivos. Claro que pretendo fazer uma postagem pra cada.

O primeiro filme é: Homem-Aranha (2002)

Não tenho palavras pra descrever o que foi assistir esse filme. Durante toda uma vida eu fui fã e leitor assíduo das HQ's do Teioso, poder ver ele em ação, se balançando pela cidade, atirando teias, batendo em bandidos foi sensacional. A cena em que ele desvia do soco do Flash foi incrível.

Tem seus pontos fracos, como a escolha daquela atriz sem sal pra ser a Mary Jane (nas HQ's ela é uma modelo de sucesso, uma das mulheres mais bonitas do mundo) e aquele Duende Verde que mais parecia um inimigo dos Power Rangers.

Mas nada disso tirou o brilho nos olhos de um jovem assistindo seu herói favorito pela primeira vez.

Deu até vontade de assistir novamente.

Eu não lembro da trilha sonora direito, mas acho que tinha a música Hero cantada pelo vocalista do Nickelback e o vocalista do Saliva.

Comecei por um fácil de falar sobre porque vai ter uns aí que sei que vou me enrolar pra explicar.

Faz parte.

Ah, eu achei legal o novo Homem-Aranha no filme do Capitão América: Guerra Civil e Vingadores: Guerra Infinita, mas o filme solo foi bem mais ou menos, ainda prefiro o de 2002 .Vou nem falar do filme com o playboyzinho com nome de gato laranja, a única coisa que salva naqueles dois filmes é a Emma Stone. Opa, acho que isso foi uma piada meio mórbida hahahaha

mágico de ovo

Teatro Mágico é uma bosta.

Eu lembro de ter conhecido essa merda em meados de 2006~2007 e já achei bizarro logo de cara porque aquilo tudo não fazia sentido pra mim.

Ao mesmo tempo, notei que vários homens fingiam gostar dessa banda só porque tinha muita mulher que gostava e eles achavam que elas iam transar com eles só por causa disso.

Vi um caso desses bem de perto, o cara ficava postando frase de música da banda no MSN, ao ser questionado ele me disse "A Fulana gosta, fazendo uma média né manolo kkkk".

Aí você me pergunta, ele pegou? Não. Ela começou a namorar um maloqueiro que sequer sabia da existência dessa banda.

Daí juntava duas coisas, o fato da banda ser ruim e o fato de ser uma banda que nenhum homem gostava de verdade (obviamente haviam exceções, mas a maioria esmagadora não gostava).

Lembrei, inclusive, que esse mesmo cara fingiu gostar de uma determinada banda de metal só pra fazer amizade com umas minas da escola. Quando elas não estavam perto, ele dizia que era banda de retardado. Novamente, ele não teve sucesso em sua empreitada.

Acho que saí um pouco do assunto, até porque não tenho nenhum motivo muito concreto pra não gostar dessa bandinha tosca.

No fim das contas eu fico pensando se eu que sou errado em não agir assim,, fingir que gosta de algo só pra me dar bem. E nem estou falando sobre mulher apenas, falo sobre a vida em geral, sempre tentei ser uma pessoa verdadeira, onde isso me levou, afinal?

Ter paz ou ter razão?

segunda-feira, 25 de março de 2019

docx

Juro que eu queria entender qual a necessidade que algumas pessoas tem de mentir em coisas extremamente bobas.

O ser humano te fala: Ah, já tenho isso há mais de 10 anos e blá blá blá. (exemplo)

Mas mal sabe ela que eu estou em posse dos fatos, porque eu estava lá, tenho, inclusive, provas documentais do que digo.

Só que eu não vou confrontar a pessoa com isso, pelo simples fato de que estou tentando mudar o modo como eu lido com essas situações.

"Ou você tem paz ou você tem razão"

Francamente, ainda assim acho isso bizarro, mas cada cabeça uma sentença.



irmãos perdedores

Tem uma sorte de músicas e bandas que eu não gosto for whatever reasons.

Eu vou fazer algumas postagens sobre isso durante essa semana.

Pra começar, vou falar de uma banda que eu não gosto há muitos anos: Los Hermanos.

Conhecida, também, como Loser Manos, eu sempre fui totalmente Team Chorão na treta dele com o vocalista.

Primeira vez que ouvi saporra foi há muitos e muitos anos atrás, em uma viagem pra praia, onde resolveram que seria legal colocar a música "Ana Júlia" em repeat durante quase toda viagem. Acho que eu tinha uns 12 ou 13 anos.

A aversão cresceu conforme fui ficando mais velho, especialmente quando eu só ouvia hardcore e tinha nojo desse estilo deles.

Hoje eu até gosto de alguns grupos com o mesmo estilo, mas não consigo gostar deles. Tá, de fato eu nem tentei gostar, mas não me faz falta de qualquer forma, ainda mais hoje.

Na próxima postagem sobre esse tema, falarei de outra banda cirandeira que eu odeio: Teatro Mágico.

PS: Eu não dou nada por garantido (essa frase fica melhor em inglês "I don't take anything for granted"), então eu não digo que NUNCA vou gostar de uma banda/música/estilo, até porque até uns anos eu odiava rap e hoje eu ouço basicamente só rap.

domingo, 24 de março de 2019

Um puta calor desses e estamos no outono. Maior mancada isso.

Até o cheiro de outono sumiu.

Ah, amanhã vou tentar ir na academia, ver se não vai doer minhas costas.

Essa foi a informação inútil do dia.

Abrass
Eu poderia expressar a raiva que estou sentindo hoje aqui, mas, ao invés disso, vou postar uma música aleatória que gosto muito.


Illenium - Fractures


Burning everything I know
Desperate for change
Crashing down the ancient roads
Past our yesterday

Maybe there is hunger in my blood
Screaming out loud for what I want

See me running full speed at it
Shattering and colliding
Call my post-traumatic
Now it's do or die

Coming after tiny fractures
Coming after tiny fractures
See me running full speed at it

Coming after tiny fractures
Call it post-traumatic
What comes after tiny fractures?

Feeding frenzies in my brain
I'm hopeful everyday

Gotta get it while we are still young enough to break
We're finally not afraid

Maybe there's hunger in my blood
Screaming out loud for what I want

See me running full speed at it
Shattering and colliding
Call it post-traumatic
Now it's do or die

Coming after tiny fractures
Coming after tiny fractures
See me running full speed at it

Coming after tiny fractures
Call it post-traumatic
What comes after tiny fractures?

sábado, 23 de março de 2019

memória não, uma breve lembrança

Ontem, após degustar uma bela pizza e discutir sobre física (lei do empuxo, gravidade, mecânica dos fluidos e magnetismo) notei que realmente me faz falta ter um conhecimento um pouco mais técnico disso tudo.

Eu sei como funciona, mas não consigo explicar com a quantidade de informações suficientes pra convencer alguém que não entende.

Aliás, "convencer" não é a palavra, visto que você não CONVENCE ninguém sobre uma teoria de física, você apenas mostra como as coisas funcionam. Usar o termo convencer dá uma idéia de que a pessoa possa negar que aquilo seja verdade e este não é o caso.

Isso me lembra de um assunto que tratei brevemente em outra o oportunidade, mas que pretendo escrever mais sobre: Pseudociência. Isso engloba terraplanistas, os negacionistas do aquecimento global e os que, pra mim, são os mais perigosos, os "anti-vacinas".

Não vou entrar nesse mérito agora até porque eu preciso ler um pouco mais sobre alguns desses temas.

Enfim, essa minha discussão sobre física de ontem ainda terá um segundo round.

o sapo num lava o pé

Nossa, tenho tanta coisa pra fazer.

Agora há pouco eu fui ali fora levar o lixo (me refiro ao lixo mesmo, não a mim) e estava um vento bem frio, digno de uma bela manhã de outono.

É aquele clima friozinho, mas não seco igual o inverno, que eu gosto muito. Eu poderia viver num lugar com um clima desses o ano todo.

Sei que não existe.

Os invernos tem sido bem menos intensos nos últimos anos, quando eu era criança era bem comum ir pra escola com 2 calças, 3 blusas, gorro, luvas... Ano passado, por exemplo, eu não fui trabalhar de blusa NENHUM dia, só levava ela porque ia pra academia e não queria sair com o corpo suado no vento gelado de noite. Só que frio mesmo não senti.

Pensando num modo bem egoísta, eu queria que tivesse um inverno mega forte, com geada, temperatura não passando de 15°C de dia e sempre batendo -2°C durante a noite (dizem que ano retrasado chegou nisso num ponto da cidade as 5h da manhã, que parece ser o horário mais frio do dia por ser o limite entre a falta de sol e o nascer do sol).

Porém, eu sei que tem pessoas morando na rua ou que não tem condições de comprar roupas de frio e me sinto mal em querer que faça frio pra valer, assim como me sinto mal por gostar de chuvas fortes sabendo que pessoas vão ficar desabrigadas (ou até morrer) por isso.

Claro, a culpa não é minha, mas isso não quer dizer que eu não possa ter empatia.

Ainda assim, gosto do frio. Talvez um dia eu me mude pra um lugar muito frio e me isole lá, desde que tenha um mercado próximo onde eu possa comprar vodka.

Bom, como eu - ainda - não controlo o clima, vou aproveitar enquanto posso.

sexta-feira, 22 de março de 2019

a light in the dark

Me estressei muito esses dias em discussões referentes aos ataques a tiros, especialmente os da NZ.

Sabe, ver pessoas validando a atitude do cara, justificando "porque muçulmanos mataram mais em ataques terroristas" e tratando vidas como se fossem números me tirou do sério.

Cheguei num ponto em que estava tão puto que comecei a me sentir mal. Resolvi, então, sair completamente da discussão e não entrar mais naquele tópico nem pra ver novas mensagens.

Além disso, tenho tentando não entrar em tópicos que sei que vou me estressar ou entrar em discussões improdutivas.

É aquela máxima, você quer paz ou quer ter razão?

Tendo escolher ter razão, porém estou tentando mudar isso.

quinta-feira, 21 de março de 2019

smells like

Como sou meio cegueta (por maioria de votos) eu tenho um olfato mais desenvolvido que o normal.

Não tenho nenhuma prova disso, mas eu gosto de pensar assim.

Desde criança eu sinto um cheiro as vezes que até hoje não consegui entender de onde vem. Acho que todas as vezes que aconteceu foi durante o sono e me fazia acordar.

É um cheio esquisito, ruim, não consigo relacionar a nada.

Quando era bem mais novo e eu dormia na casa da minha bisavó, eu achava que o cheiro era por causa de cocô de gato, mas depois eu senti isso em lugares onde nem tinha tal animal.

Também, por um tempo, eu achei que esse cheiro era uma forma do meu cérebro me dizer que era hora de levantar.

Hoje, lá pelas 6h da manhã, eu acordei com esse cheiro novamente. Acho que fazia uns 3 ou 4 anos que isso não acontecia.

Uma coisa que notei dessa vez, que pode ser algo em comum em todos esses eventos, é que eu estava com sede.

Enfim, é algo estranho e eu nunca contei sobre isso pra ninguém, até porque nem é nada tão importante/interessante assim.

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Ainda sobre cheiros, eu guardo, involuntariamente, diversos deles na minha memória e normalmente são relacionados com situações e lugares marcantes de alguma forma.

Eu não consigo os descrever, haja visto sua complexidade, mas consigo identificá-los imediatamente e os relacionar com alguém ou algum lugar.

Se eu ver uma foto ou vídeo de um lugar que foi marcante (ou alguma pessoa) eu consigo lembrar o cheiro relacionado aquilo, é bem legal.

Dias atrás pensava em você eu vi uma foto minha em uma praça de São João, lembrei na hora que estava frio na sombra e calor sob o sol. Lembro do cheiro de umas folhas pequenas que estavam espalhadas pelo chão e soltavam um aroma meio herbal meio adocicado quando as pessoas pisavam nelas. Também subia um cheiro de concreto úmido que não sei se vinha de uma fonte no meio da praça ou dos bancos ainda meio molhados pelo sereno da madrugada. Havia, também, um cheiro de inverno. E sim, inverno tem cheiro e eu não sei definir qual, mas tem.

(Tocando Foo Fighters - Walk na rádio, neste momento)

Aliás, cheiro de inverno é um dos que mais me trazem memórias diversas.

Lembrando que hoje é o primeiro dia de outono (ok, foi ontem, mas começou tarde).

É isso.

quarta-feira, 20 de março de 2019

vocêtoba

O homem, como espécie, tem o poder de foder tudo que toca.

Esses dias apareceu uma nova história, dizem que alguns vídeos do Youtube Kids - plataforma voltada para crianças, aparentemente tendo o seu conteúdo moderado pelo próprio Youtube - tinha, no meio, inserção de um vídeo da "Momo" ensinando as criança a cortarem os pulsos.

Em primeiro lugar, não existe Momo, aquela bosta é uma escultura de um personagem folclórico (acho que chinês) feita por um artista japonês, retratando a "mulher pássaro". É feia? É, mas não é um demônio.

O que realmente aconteceu: Usuários do Youtube estavam baixando vídeos para crianças de canais oficiais, inserindo esse vídeo da Momo no meio e reupando com o mesmo nome do original. É um problema pelo nível de doença mental de alguém fazer isso, mas esse nem é o pior da história.

O algoritmo de recomendação do Youtube funciona de maneira bem estranha, se você for lá agora e procurar por algum vídeo da Peppa Pig, os primeiros resultados serão do canal oficial. Entrando nos vídeos, teremos os recomendados do lado. Ali o problema começa, porque depois do terceiro ou quarto recomendado que você assiste, começam a aparecer vídeos bizarros, alguns totalmente feitos por pessoas aleatórias, com histórias de terror que, pra um adulto, são apenas bobas, mas pra uma criança é algo totalmente aterrorizante.

O Youtube alega que esse tipo de conteúdo não aparece na plataforma Youtube Kids, mas eu não posso confirmar porque não entrei pra ver, só que tem MUITOS pais que colocam a criança pra assistir vídeos no app normal do Youtube o até no navegador direto em um computador.

E aí, de quem é a culpa? Do bestão que faz esses vídeos ou dos pais que usam o Youtube como babá?

Isso pra não falar dessas propagandas de brinquedos disfarçadas de "unboxing" e de conteúdos que, apesar de não terem Momo e afins, são feitos para crianças sem nenhuma supervisão pedagógica.

A verdade é que nós somos uma geração estragada.
 
Isso porque nem quero falar ainda sobre os outros acontecimentos.

terça-feira, 19 de março de 2019

trinca co nóis

Mais um sonho bizarro.

Dessa vez eu estava com uma galera numa casa que ficava numa ilha igual Manhattan, só que bem menor, dai tinha um bicho gigante que era uma mistura de Godzilla e King Kong.

Dai o filho da puta ficava indo e voltando, derrubando prédios e pisando em pessoas e carros.

Em certo momento eu consegui achar um buraco no chão que levava pra um mausoléu, afinal ficava abaixo de um cemitério, mas nem deu tempo de eu chamar a galera pra entrar ali porque acordei.

Houveram vários pequenos acontecimentos ali, mas não valem a pena serem expostos aqui.

O fato é que é algo que eu realmente tenho medo, se eu usasse alguma droga alucinógena e tivesse uma bad trip, provavelmente alucinaria um monstro gigante vindo pra cima de mim.

Pior que isso, só quando tenho paralisia do sono e o cérebro ainda tá num estágio intermediário entre sonho e realidade e eu começo a alucinar foda (isso não é doença nem nada, é comum, tem mais a ver com hábitos ruins como dormir pouco) com figuras de pessoas do lado da minha cama me olhando, normalmente sem rosto e normalmente figuras femininas. Uma vez eu tive a sensação clara de que estava sendo puxado pra fora da cama (arrastado pro lado, não pra cima) por uma dessas figuras, acordei bem no canto da cama, obviamente eu já estava ali e o medo de cair criou essa sensação.

Enfim, depois de ver o que eu vi, fiquei mais consciente ainda de que o perigo são os vivos mesmo, o resto é tudo fantasia - e não estou falando do programa do SBT.

segunda-feira, 18 de março de 2019

ixi

Tive um sonho estranho ontem. Ontem, que eu digo, foi domingo.

Sonhei que estava em um supermercado com meu pai, dai ele sumiu, então eu fui tomar água e não conseguia, o bebedouro não saia água, a água da torneira fazia uma curva quando eu tentava chegar perto dela, abri uma garrafa dessas grandes e eu virava a garrafa e nada saia.

Me lembrei, na hora, do filme Constantine, em uma determinada parte o padre, amigo do Constantine, foi até um necrotério pra olhar um corpo, dai ele começa a passar mal e vai correndo até o outro lado da rua, começa a abrir garrafas de bebida e tentar beber e não consegue (a bebida não sai da garrafa também), até que ele morre. Na verdade a bebida estava saindo e ele não estava percebendo porque um demônio chamado Baltazar estava influenciando ele de alguma forma, no fim ele morreu por algum colapso por ter bebido muito álcool de uma vez. No caso, a cena é esta, mas faltam alguns segundos no fim, visto que o homem que está com o padre no final é um anjo.

Curiosidade, esse Baltazar é interpretado pelo vocalista da banda Bush.

Enfim, acordei com sede, como era de se esperar, fui tomar água da garrafa que deixo ao lado da cama e, obviamente, a água veio normalmente, haja visto que Baltazar não existe. Quer dizer, tinha o Baltazar que era top skill de distance em Nova (primeiro server que joguei), mas acho que não conta.

sexta-feira, 15 de março de 2019

quinta-feira, 14 de março de 2019

Logo cedo já tenho que ouvir gente falando merda. Minha sorte é que meu fone de ouvido consegue bloquear bem sons externos se eu encaixar ele bem na orelha e aumentar o volume. Basicamente, troquei alguns poucos % de audição pra não perder a paciência e ficar com fama de grosso (mais, né).

As pessoas culpam jogos, culpam filmes, culpam o governo, culpam a lei, culpam o capeta, como se o mundo fosse um paraíso onde essas coisas causam disfunções nas pessoas, como se não contasse a educação recebida em casa, como se o fato da pessoa jogar um jogo ou ver um filme não fosse apenas uma manifestação de algo já latente (um sintoma, não uma doença). Como se o ser humano não pudesse ser simplesmente mau.

Bom, o que vou falar de gente que acha que depressão é possessão demoníaca?

Vou até parar de escrever porque já estou perdendo a paciência de novo.

14 3 04

(Eu nem tava com vontade de escrever aqui hoje depois de tudo o que aconteceu, mas como o texto já estava salvo...)

Complementando a outra postagem em relação a internet, o primeiro jogo online que joguei foi Counter-Strike. A idéia de estar enfrentando pessoas que moram em outros países era fascinante.

Em todo esse tempo, joguei muito online e, sem dúvidas, o mais marcante de todos foi o Tibia.

Criei meu primeiro personagem em 2004 após ouvir uns colegas de classe comentando. Eu já manjava um pouco de inglês, então me habituei bem e eu gostava da temática medieval (já jogava RPG e outros jogos desse estilo). Joguei em lan house, na casa de amigos e até na escola, já que eu não tinha computador na época.

Cada novo lugar era um mistério, cada novo inimigo era uma incógnita. Não tinha TibiaWiki como hoje, não tinha tutorial em vídeo no Youtube. Quer usar UH? Botão direito do mouse na runa, leva o ponteiro até seu personagem e clica botão esquerdo. Quer usar SD no inimigo? Botão direito na runa, leva o ponteiro até o inimigo e clica botão esquerdo, se ele estiver correndo clica um pouco na frente e TALVEZ você acerte. Solar dragon era um marco na vida de um tibiano. Conseguir 8k pra comprar uma fire sword era difícil, não tinha market. Se hoje 100k não é nada, naquela época 100k era resultado de talvez 2 ou 3 meses caçando, juntando dinheiro, pegando itens do chão pra vender em NPC. Qualquer um pega level 100 hoje em dia, mas antes chegar no level 50 era demorado, estava assistindo um vídeo de um cara caçando em Deeper Fibula, no level 60, de mage na HMM e ele fazia no máximo 35k/hora de experiência, hoje eu faço isso num level 15 tranquilamente.

Fiz bons amigos no jogo, pessoas que até hoje eu tenho contato, pessoas que um dia pretendo conhecer pessoalmente.

Aperfeiçoei meu inglês escrito num nível que eu conversava com gringos e eles não acreditavam quando eu falava que era brasileiro.

Dei muita risada, passei muita raiva, aprendi muita coisa e ensinei também. Conheci pessoas ótimas e pessoas ruins. Já participei de tretas, já fui padrinho de casamento (antes do sistema de casamento existir), já ajudei e fui ajudado, joguei futebol, fiz trap, decorei casas (eu era bom nisso), enchi a cara com um amigo quando estávamos sofrendo por amor, já matei e fiquei com pena, já morri e fiquei com raiva. Nunca fui desonesto no jogo, nunca roubei nada, nem tirei vantagem de alguém. Nunca fingi ser mulher pra ganhar itens ou proteção. Já fiz um cara tomar hunted por ter me matado, pra, meses depois, saber que o cara tava descontando no jogo porque a namorada dele tinha recebido um diagnóstico de uma doença e só tinha mais 3 meses de vida. Já vi um cara ser enganado por uma menina por quase 10 anos até ele descobrir que ela nem era a pessoa da foto do MSN.

É praticamente uma vida paralela, não consigo nem calcular o tanto de horas que passei no jogo, conversando, andando a esmo, lendo... Jogando mesmo, caçando e tal, não foram tantas assim.

Pode ser que, eventualmente, eu pare definitivamente de jogar. Mas minha conta não será vendida, nem doada. Posso desinstalar o jogo, mas eu vou reinstalar a cada 3 meses pro char não ser deletado (mesmo sabendo que isso não acontece mais pra quem já foi premmy). Esses períodos vão se tornar mais longos, até chegar um ponto que eu talvez nunca mais entre no jogo, se ele existir até lá.

Só que uma coisa é certa, eu nunca vou esquecer desse jogo. Ele foi meu companheiro em muitos momentos de tristeza, ajudando a esquecer um pouco tudo aquilo. Também foi parceiro em momentos de alegria. Hoje, 14 de março de 2019, faz 15 anos que criei meu primeiro personagem.

Feliz Aniversário pra ele!

quarta-feira, 13 de março de 2019

Conviver diariamente com pessoas é um exercício constante de aceitação e paciência.

É complicado lidar com alguém muito diferente de você, gostos, manias e experiências de vida diferentes.

Eu sou um cara que, assumidamente, gosto de perfumes, tanto que tenho vários. Aprendi a usar, sei onde aplicar e quanto e quais perfumes são melhores pra determinadas ocasiões. Sei, por exemplo, que um perfume muito doce, amadeirado, apimentado ou floral pode ficar muito forte no calor e incomodar as pessoas e até você mesmo. Mas não é todo mundo que entende isso, nem é todo mundo que se dá conta ou se importa.

Daí naqueles dias de calor senegalês o ser humano dá umas 30 borrifadas de algum perfume mega doce e acha que está tudo bem, entra no transporte coletivo e as pessoas ali dentro ficam sufocadas.

Mas, e aí? Não tem o que fazer. Eu que não vou falar nada, acho que o mínimo que temos que ter é desconfiômetro. Claro, se for alguém com quem tenho um pouco de liberdade eu falo sim.

É isso, todos os dias exercitando a aceitação.

terça-feira, 12 de março de 2019

www

Aniversário da internet, que doideira.

Essa tal me trouxe tanta coisa boa e tanta merda...

O primeiro site que visitei foi o "Cadê?", isso lá pra meados de 1997, era o Google da época.

Eu gostava de acessar o bate-papo do UOL e era bem comum as pessoas mais velhas (pai/mãe/tios) falarem pra gente ter cuidado e não confiar em ninguém na internet. Hoje em dia, essas mesmas pessoas acreditam em tudo que leem no Whatsapp.

Curioso isso, eu vivi os dois mundos: Totalmente sem internet e computadores e totalmente conectado.

Nossa, lembro da ansiedade que dava pra chegar logo 0:00h e poder conectar com internet discada, entrar no bate-papo do UOL, ICQ, charges.com.br... Depois MSN, meus blogs, Orkut...

Pouca gente se lembra, até porque poucos usaram, mas tinha uma rede social estilo Orkut/Facebook do Hotmail, não lembro o nome agora, mas era algo como Hotmail Profiles. Minha foto de perfil era eu com uma jaqueta preta, óculos escuros e uma camisa e uma touca do Nirvana, estava me achando o rockeirão, certa vez uma menina me mandou mensagem falando em gíria porque ela achou que eu era um mano do rap hahahaha! Minha mãe me zoou muito com isso.

Outra coisa que eu fazia com frequência: Eu e uma amiga entrávamos no bate-papo do UOL, na mesma sala, com nicks que não ambíguos, só que parecendo que ela era homem e eu mulher. Dai vinha homem falar comigo no reservado e mulher falar com ela, então ficávamos esculachando as pessoas e começando e incitando brigas na sala. É uma coisa idiota, mas era engraçado na época.

Quando finalmente coloquei banda larga em casa, minha vida mudou. Baixava CD'ss inteiros, filmes, jogos. Dia todo conectado, conversa usando webcam, Youtube, Flickr, outros blogs.

É muita coisa. Isso sem falar do Tibia, que é um capítulo a parte. Vou tentar escrever sobre isso de tarde.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Eu tenho uma vaga lembrança de escrever poemas quando criança. Não tenho certeza se isso era comum ou se escrevi alguns pra alguma atividade dos primeiros anos de escola.

Não sei o porquê eu lembrei disso ontem. Fiquei com uma estrofe na cabeça, em inglês, que não sei se fui eu que criei ou se li em algum lugar.

O último que me lembro de ter escrito deve fazer bem uns 10 anos ou um pouco mais, em um outro blog.

Lembrei também do clipe da música Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, onde o professor tira sarro do moleque porque ele estava escrevendo poemas.

Não sei pra quê estou escrevendo isso. Because of reasons.

um dia me disseram...

Das músicas nacionais, há aquelas que que ficam juntas com as que postei antes.

Durante um período da minha vida, se não me falha a memória, entre 2001 e 2003, TODOS OS DIAS eu chegava da escola e, após almoçar, colocava o DVD de onde foi extraído o vídeo da primeira música. Eu sabia todas as letras, cantava todas. Engenheiros do Hawaii, pra mim, foi mais marcante que Legião Urbana e demais bandas nacionais.

Engenheiros do Hawaii - Piano Bar

A segunda música, do mesmo DVD, tem um instrumental que acho bem melancólico:

Engenheiros do Hawaii - Refrão de Bolero

E, por fim, uma música que deixava meu "eu" adolescente bastante pensativo:

Engenheiros do Hawaii - Terra de Gigantes

Eu poderia postar muitas outras músicas deles que são importantes pra mim, mas, por enquanto, vamos com essas.

Ah, o podcast ainda vai sair, mas tive alguns problemas com meu computador e preciso resolver primeiro.

sábado, 9 de março de 2019

AGORA

Aí vai mais uma, não vou ficar escrevendo muito sobre, mas eu gosto muito dessa banda desde que eu era bem novo.

Na verdade são duas músicas. Novamente, não vou postar letra nem nada, porque não importam.

Se fosse ver, eu teria que postar tipo umas 20 músicas deles que entram como músicas que eu gosto de ouvir porque sim. Porém, por enquanto, ficam estas duas, especialmente a segunda.

Pink Floyd - Wish You Were Here

Pink Floyd - Comfortably Numb

É isso.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Aquele arrependimento de não ter ido dormir cedo.

Agora estou pregado, com os olhos ardendo, e ainda tenho que ir no dentista de tarde e, depois, ir numa festinha de aniversário. Tomara que tenha brigadeiro e mini coxinha.

o espelho

Assim como essa que postei antes do Radiohead, tem uma sorte de músicas que eu simplesmente gosto e que me colocam meio que numas viagens sóbrias. Da mesma forma, não faz exatamente diferença do que diz a letra, a música é muito mais que isso.

Você pode, basicamente, transmitir um sentimento/emoção através de um som, seja ele de uma guitarra, um sintetizador, uma bateria ou até mesmo um grito.

Um exemplo é o beat dessa música (https://www.youtube.com/watch?v=7A5EWvPktbo), dá pra sentir que ela te transmite algo melancólico, especialmente nos intervalos da letra.

Certa vez vi um filme que falava sobre música, em determinado ponto o cara explicava algo sobre as batidas da música, como que o cérebro interpreta aquilo e a reação do nosso corpo a cada velocidade e cadência. No caso, ele falava sobre música eletrônica, mas é bem fácil fazer um paralelo e entender que se aplica a todo o tipo de manifestação musical.

Antes do surgimento do Spotify, as pessoas que tinham acesso a computadores e internet ouviam música por media players (aplicativos), como o Windows Media Player. Neles, você podia criar playlists com o que você tinha no computador. Dava pra fazer uma pra cada ocasião (eu tinha playlist pra ouvir enquanto estudava inglês, pra ouvir no trabalho, pra ouvir no banho, etc) ou estado de humor.

Eu não vou abrir a pasta agora, mas devo ter por volta de 30 playlists diferentes salvas dessa época. Algumas tem até a data de criação. Cheguei até a recriar uma dessas playlists no Spotify e pretendo recriar outras, mas vai demorar.

Resumindo, a música é muito importante pra mim e ela é FORTEMENTE ligada a memória, tanto quanto ou até mais que a memória olfativa.

Eu vou deixar aqui uma outra música, sem qualquer relação as letras, apenas a melodia.

E é essa apresentação em específico, eu baixei esse vídeo (somente o som, claro) em formato mp3 e costumava ouvir antes de dormir. Não hoje, alguns anos atrás.

Evanescence - Lost in Paradise

Não vou botar a letra, até porque, como eu disse, não importa a letra em si.

Bom, vou dormir. Aliás, acho que voltei a ter problemas pra dormir. Vou ter que revisar esse texto amanhã.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Acabei de ver uma coisa muito foda.

Fui olhar pela janela do trabalho e aqui tem tipo um parapeito depois do vidro. Nesse parapeito, tem uma pequena rachadura com um buraco. Logo acima, tem um ar condicionado. Deste, cai água vinda de dentro do aparelho e esta passa pela rachadura.

De alguma forma, está nascendo um tipo de grama nessa pequena rachadura.

Olha que sequência de eventos que coincidiram nisso, não é foda? É tipo quando você vê nascer uma plantinha num piso de concreto.

Como dizem, né, a vida sempre acha um jeito.

heh

Assim que cicatrizar minha cirurgia, vou dar um jeito de ir num rodízio de carnes. Não sei onde, não sei com quem, mas vou.

Mas tem que ser um BOM, porque tem uns aí que vou te falar.

Minha base comparativa é um rodízio que fui na churrascaria Chimarrão, onde comi até carne de jacaré. Nunca vou esquecer, também, aquela peça gigante de cupim que brilhava de tanta gordura e gostosura. Eu poderia morar naquele cupim.

A boca chega a encher d'água.


we escape

Quando eu criei este blog, o intuito era ter um lugar pra escrever sem me preocupar diretamente com quem está lendo, porque meu blog principal tinha acessos diversos de amigos e conhecidos. Até por isso o nome do blog é Mural da Liberdade, em alusão a um conceito meu de um local físico onde eu ou qualquer pessoa pudesse se expressar de qualquer maneira que quisesse.

Antes daqui, eu cheguei a criar um outro blog (que ainda existe, mas não posto desde 2016 eu acho), onde é impossível que uma pessoa "comum" saiba que é meu. Nem que alguém que me conheça o ache (chances tendem a 0), não vai reconhecer nada do que escrevi lá e nem tem nenhum dado meu. Foram poucas postagens, umas 15, apenas.

E sabe o que é curioso? Tanto aqui, que está vinculado com meus outros blogs e qualquer um que os acesse consegue chegar até este, quanto lá eu tenho o mesmo bloqueio de escrever realmente TUDO. Eu tinha um caderno onde eu escrevi coisas bem pesadas uma vez, depois de um tempo eu arranquei aquelas folhas e "dei um fim" nelas. Quando escrevo aqui, quando escrevia no meu outro blog e até quando escrevia no caderno, eu SEMPRE tive bloqueios pra realmente me libertar de certas amarras.

Isso porque não tem nada de grave.

Na época em que surgiu aquele site Ask.Fm, eu também criei uma conta lá escrito "Eu respondo tudo". E eu realmente respondia tudo, porém depende.

Eu acho estranho essa dificuldade minha, de verdade. Talvez um pouco venha de eu sempre ter sido alguém que não gosta de falar sobre mim ou que os outros saibam muito sobre mim.

Eu ainda quero quebrar essas correntes sociais, porque, em espírito, eu sei que sou livre.

Vou começar com uma música que, pra mim, é muito forte. Ouvi ela em duas  ocasiões distintas (duas séries) e, apesar de saber do que fala a letra diretamente, a minha interpretação é mais "emocional auditiva". Sabe aquelas músicas que te tocam de uma forma que independem da letra ou do contexto? Então, é isso.

Radiohead - Exit Music (For a Film)

Wake from your sleep
The drying of your tears
Today we escape, we escape
Pack and get dressed
Before your father hears us
Before all hell breaks loose

Breathe, keep breathing
Don't lose your nerve
Breathe, keep breathing
I can't do this alone

Sing us a song
A song to keep us warm
There's such a chill
Such a chill

And you can laugh a spineless laugh
We hope your rules and wisdom choke you
Now we are one in everlasting peace
We hope that you choke, that you choke

We hope that you choke
That you choke
We hope that you choke
That you choke

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Essa música chega a ser um pouco claustrofóbica, sei lá.

terça-feira, 5 de março de 2019

núcleo duro

Cara, que saudades que tenho de ouvir hardcore/post hardcore/post punk/screamo.

Hoje em dia não consigo mais, sei lá, me incomoda o barulho.

Mas, de vez em quando, ouço algo desses estilos em algum vídeo qualquer e fico lembrando de como era bom ficar fuçando no MySpace e achando bandas novas. Tenho álbuns aqui que, quando eu baixei, tinham tipo 150 downloads apenas. Algumas das bandas lançaram só um disco.

Dá pra fazer isso pelo Spotify hoje, mas eu não tenho o mesmo pique de ficar procurando.

Acho que era algo da idade mesmo, de procurar por coisas que te fizessem se sentir incluso em algum grupo. E eu me identificava com esse pessoal do hardcore nos gostos e no fato de estar constantemente bêbado também.

Se eu tivesse qualquer tipo de habilidade musical, eu provavelmente teria montado uma banda nessa época hahahaha (apesar de muitas bandas que vi por aí ninguém tinha nenhuma habilidade musical).

Eu também gostava bastante de british rock, era algo que eu consumia também. Achava o estilo de se vestir dessa galera muito foda, pareciam um bando de bêbados com roupas rasgadas e sujas de tinta. Mas é igual tatuagem, eu acho legal ver nos outros, mas eu não usaria aquelas roupas.

Na minha cabeça, pra pessoa poder se vestir daquela forma e não ficar parecendo um idiota, teria que ter aquilo na sua essência e eu não tinha.

Talvez fosse um pouco de baixa autoestima da minha parte, mas a adolescência não foi fácil mesmo.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Eu achei que não fosse conseguir levantar da cama hoje.

Tô sem ânimo até pra escrever.

domingo, 3 de março de 2019

Tomei muito antibiótico quando mais novo e nunca fiquei mal como estou dessa vez. Lembro das pessoas falando sobre antibióticos deixar elas com o corpo ruim e eu nunca tive nada disso. Parece que, de uma hora pra outra, todos os remédios resolveram me fazer mal (que não faziam antes).

Nem se eu quisesse beber eu conseguiria.

Parabéns pra quem conseguiu ir no carnaval, tomara que chova hahahaha


fool

Pelo menos o soluço passou.

É isso que falo sobre eu exacerbar tudo. Ontem, quando comecei a soluçar, eu só conseguia lembrar de uma reportagem que vi uma vez de um cara que sofria de soluço crônico havia uns 30 anos.

Aliás, eu confirmei que era mesmo a dexametasona, visto que na própria bula está escrito, em reações adversas, que pode causar soluços.

Mas o antibiótico ainda está me dando queimação, mesmo eu tomando omeprazol.

Estou parecendo um velho, tomando um monte de remédio e torcendo pra chover no carnaval hahahaha!

Bora.


sábado, 2 de março de 2019

e ela é querosene

Depois de um tempo as paradas começam a fazer sentido e você vai enxergando que, realmente, como tenho notado, o tempo sempre passa.

Um dente extraído demora até 3 meses pra completar todo processo de cicatrização interna (incluindo formação de osso), se algo físico e pequeno pode demorar tanto, porque feridas maiores não demorariam mais?

Eu sempre leio sobre esses "gurus espirituais" que arrebanham milhares de pessoas (tipo esse tal de Osho) e fico pensando "Caralho, como tem gente burra nesse mundo que se deixa manipular e acredita em tantas mentiras?". Sempre fui alguém desconfiado.

Só que eu, no alto da minha arrogância, também acreditei em mentiras. E talvez por muito mais tempo que muitos seguidores desses tais gurus. A diferença é que sou muito mais cauteloso que a maioria destes.

Conheci um cara, bem mais velho que eu, que era "discípulo" de um outro. Quando eu o conheci, ele já tinha essa relação há quase 20 anos e, na época, eu tinha apenas 15. Esse cara, certa vez, descobriu as mentiras que o seu "mestre" escondia. A decepção acabou com ele, porque aquele homem era o centro de tudo na vida desse cara. Em conversas que tive com ele posteriormente, ficava bem claro que ele tinha sido fortemente afetado por isso.

Tem uma analogia sobre confiança que acho pertinente: Confiar em alguém é como andar numa prancha de pirata com a pessoa que você confia segurando a ponto que fica dentro do navio, quanto mais você confia, mais pra frente você vai e mais fácil fica de você cair se a pessoa soltar a ponta da prancha.

Como já dizia Mano Brown "A confiança é uma mulher ingrata, que te beija e te abraça, te rouba e te mata.", logo em seguida "Desacreditar? Nem pensar, só naquelas, se uma mosca ameaçar me catar piso nela".

Aprendi essas coisas bem cedo na vida, pra falar a verdade.

Então, realmente, não está sendo fácil. Mas pelo menos eu sei que nunca fui pra ponta da prancha e me sinto feliz por isso.

A verdade sempre vencerá. E o tempo vai continuar passando.
Pronto, era só o que me faltava. O dia inteiro soluçando, consigo fazer parar por um tempo, mas volta


Tenho quase certeza que é essa bosta de dexametasona que só serve pra me foder.

Não vou tomar mais também, foda-se.

Vai passar também.

sexta-feira, 1 de março de 2019

eu sou um forfri

Vejo muito o povo falar de "racismo estrutural" e eu compreendo bem esse conceito e sei que é real.

Da mesma forma, tenho notado que existe uma "desonestidade estrutural" na nossa sociedade: A pessoa é desonesta sem nem perceber e ainda quer sair cantando vitória e pagando de bom moço.

Isso é uma coisa que me cansa num nível.... A real é que cheguei num ponto da vida em que simplesmente não quero despender tempo pra tentar mostrar e explicar essas merda, prefiro dar um joinha e seguir o baile.

Basicamente eu estou cansando de ser combativo com tudo. Não vela o esforço. Até as discussões sociais em fóruns estão me cansando e eu, aos poucos, estou abandonando e ficando só nos tópicos de cotidiano e imagens engraçadas.

We live in dark times.