quinta-feira, 30 de agosto de 2018

um puoco de ciência não faz mal a ninguém

Interessantes as coincidências da vida, ontem de madrugada eu estava pensando em algumas questões da Teoria da Evolução e como as pessoas entendem isso de forma errada. Discutindo (pacificamente, claro) com um colega de trabalho religioso, citei um fato científico que já é conhecido há alguns anos de que as GALINHAS são os parentes mais próximos (vivos) dos DINOSSAUROS e ele começou a rir, achando absurdo.

Pra ele, assim como pra maioria das pessoas, os répteis (como jacarés, lagartos) fazem mais sentido de serem parentes dos dinos. Isso realmente foi o pensamento da ciência até uns 15 anos atrás, quando foi comprovado pela análise das características físicas e genéticas dos fósseis que eles tinham muito mais em comum com as AVES do que com os RÉPTEIS.

O estudo cladístico é a base onde a Teoria da Evolução se apega e, desta forma, tem se comprovado cada dia mais concreta.

Mas já é um avanço um cara muito religioso ter a ciência de que os dinossauros não são uma invenção da Nova Ordem Mundial.

Também não é culpa dele não acreditar na relação dinossauros-aves, não foi isso que ele aprendeu na escola há 35 anos atrás.

A coincidência que citei foi que, enquanto ouvia o Programa Pânico na rádio, o Emílio disse que os povos que migraram da África para a Europa "ficaram mais brancos" porque não precisavam mais da proteção da melanina na pele, já que havia menos incidência de raios solares em seu novo habitat.

Acontece que essa teoria lamarckista (uso e desuso) não é aceita e não se encaixa na Teoria da Evolução descrita por Darwin.

Um exemplo esdrúxulo, mas eficiente, é o que um biólogo falou um dia em um podcast que ouço: Se a teoria lamarckista estivesse certa, as mulheres não nasceriam com hímen.

Voltando ao assunto do povo africano, o que provavelmente ocorreu é que já haviam pessoas de pele mais clara que migraram para a Europa, lá, pelas condições que a pele delas já as dava (como maior absorção de vitamina D) fez com que se reproduzissem mais e assim as características genéticas de cor da pele foram se repetindo, as reforçando. Também há a possibilidade de ter havido cruzamento com outras espécies de hominídios.

No fim das contas, não é a espécie que se adapta ao ambiente, o que acontece é que aquelas que já nascem com características que facilitem a sobrevivência e reprodução acabam tendo mais descendentes, enquanto os outros morrem sem procriar.

ADENDO:

A teoria formulado por Lamarck dizia, resumidamente, que as espécies eram modificadas pelo ambiente, por exemplo, o pescoço da girafa teria crescido pra ela poder comer as folhas mais altas das árvores. Só que, na verdade, o que houve é que os ancestrais das girafas que já nasceram com pescoços maiores foram os que sobreviveram, porque conseguiram se alimentar enquanto os outros, não.

Toda essa história de pessoas nascendo sem o dente do siso (ou até sem o apêndice) "porque esse dente não é mais relevante" é mito. Vamos pensar na Idade Média, onde as pessoas mal tomavam banho, não existia penicilina, qualquer infecção tinha um risco muito alto de matar. O dente do siso é um dente que dá problema até em quem tem boa higiene bucal, então, provavelmente, era muito mais comum as ocorrências de doenças bucais e as pessoas MORRIAM MESMO. Quem já nascia sem esses dentes tinha uma chance a menos de morrer, digamos. Conclui-se que pessoas sem os sisos tiveram mais tempo de vida e puderam se reproduzir melhor, mas não foi o suficiente para que todos os humanos atuais não nascessem mais com esse famigerado dente.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

açúcar, estamos indo pra baixo

Estava aqui ouvindo um programa de rádio chamado "Clássicos 88" e, junto com músicas dos anos 70 e 80, tocou uma música chamada Uptown Girl, interpretada pela boy band Westlife.

A música é mais antiga, de outro artista, mas ficou mais conhecida com esses caras.

Achei estranho, não faz sentido tocar essa música num programa chamado clássicos (no momento, está tocando Don't You Cry, do Guns), até que fui ver e a música foi gravada em 2000.

Fazem 18 fucking anos.

Quem nasceu em 2000 já está transando (até quem nasceu depois, na real).

Resumindo: A música é ruim e estou me sentindo velho.

(Lembrando que em 2000 eu já tinha 14 anos)

"Please remember that I never lied"

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

o que a raposa diz?

Sou meio que um refém da ansiedade desde muito jovem. Com ela veio, também, o que chamam de fobia social (não lembro o nome clínico disso).

Eu vario em períodos que fico mais normal e períodos que, se eu pudesse, não sairia de casa.

E eu sempre me lembro desta imagem:


O terceiro, o quinto e o sexto quadros são os mais "pesados" pra mim.

E eu tenho que ter em mente que ainda "está bom", pois a tendência das coisas é piorar por diversos motivos.

"A vida não é problema, é batalha, desafio, cada obstáculo é uma lição, eu anuncio!"

domingo, 26 de agosto de 2018

a cronologia da vida parece estar invertida

Comprei dois livros, chegaram ontem: O Senhor dos Anéis (volume único) e Crônicas de Gelo e Fogo (primeiro livro). Não sei o porquê de ter comprado, já que não vou ler. Eu tenho um Kindle Paperwhite há uns 2 anos e só li um livro nele.

Aqui embaixo da rack do PC tenho outros livros:
As Crônicas de Nárnia (volume único)
A Arte da Guerra
O Príncipe
O Livro dos Cinco Anéis
Apologia de Sócrates
A Teoria das Idéias
Poéticas e Tópicos I, II, III e IV
Guia do Mochileiro das Galáxias (os cinco livros)
 O Hobbit

Isso sem contar o tanto de livro digital no Kindle.

Mas eu não tenho mais vontade de ler, talvez eu deva doar esses livros.

O que eu queria mesmo era me aprofundar em filosofia, mas não tenho tempo, no momento preciso ler livros técnicos, por assim dizer. E nem isso estou conseguindo.

Não está sendo fácil.

sábado, 25 de agosto de 2018

chama o tum

"And our scars remind us that the past is real"

Estou pensando seriamente em tatuar essa frase. Mas como eu eu havia dito em outra oportunidade, tem uma chance bem grande de eu enjoar dela ou ela deixar de fazer sentido dentro de certos contextos.

Muita gente tem uma música/banda preferida por muito tempo, mas meus gostos são mais voláteis. Tirando os raps que entram em outra categoria, a música que eu mais gosto no momento é essa da banda Keane que postei esses dias. Essa da frase acima (Scars - Papa Roach) é uma música que eu não gostava muito quando conheci na adolescência, mas hoje eu gosto.

Essa frase também tem muita verdade, nossas cicatrizes nos lembram que o passado é real. Toda vez que olho no espelho eu me lembro que, aos 3~4 anos de idade eu fui derrubado e bati a cabeça na calçada, desmaiei e tomei pontos na testa, a cicatriz está até hoje perto do meu olho esquerdo. Uma outra cicatriz na lateral da barriga me lembra de quando cai de uma árvore em um terreno que, 20 minutos antes, tinha 3 rottweilers até babando de raiva (lembrar disso me dá calafrios até hoje, eu teria sido destroçado por aqueles bichos em questão de segundos).

Claro que não se tratam apena de cicatrizes físicas, as mentais também contam, talvez até mais.

 Você pode até esquecer algo de bom que alguém te fez, mas dificilmente vai esquecer quem te machucou ou te decepcionou. Deve ser algum mecanismo de defesa do cérebro.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

dilemas existenciais do novo milênio

Minhas últimas 6 músicas baixadas no Spotify falam muito do meu estado mental atual. Até do físico, talvez.

Eu queria poder ir dormir sem ter milhões de coisas pra me preocupar e acordar sem saber que o dia vai ser corrido e não vou ter tempo de fazer tudo que precisava. Daí sobra pro final de semana e eu acabo ficando o dia todo ocupado.

Se for me basear no semestre passado, eu tinha só umas 3 horas livres em cada dia do final de semana.

Falando em final de semana, já tem quase dois meses que estou tentando fechar um sábado na cachaça e não consigo. Sempre tem um contratempo e eu acabo nem bebendo nada. Meu estoque atual é 1/4 de garrafa de vodka comum, 1 garrafa de vodka "vanilla", 3 Skol Beats vermeia (igual o sangue dos meus inimigos) e uma garrafa de vinho tinto seco. Esses dias quase peguei uma garrafa de Jack Daniels.

Estou tão cansado...


quinta-feira, 23 de agosto de 2018

um pão de queijo e um chocolate

Eu exclui esse blog meio que sem querer ontem, mas faz parte.

Acabei de voltar da área externa de casa, eu fui lá fora pra espairecer um pouco e olhar a Lua, quando vejo uma bolinha avermelhada um pouco pro lado (imagina quantos anos luz não é esse "um pouco"), instalei um app de realidade aumentada no celular pra identificar com certeza e, como eu já desconfiava, é Marte.

Muito legal esse app, inclusive, ele mostra as constelações e até faz um desenho, igual quando os Cavaleiros de Athena usavam suas habilidades.

Também descobri que "minha cama está bem em cima da Ursa Maior" hahahaha!

Ainda pretendo investir alguns milhares de reais pra comprar equipamento de observação astronômica e astrofotografia.

A astronomia nos faz perceber que muitas coisas são relativas na nossa vida. A Lua, por exemplo, a noite ela é o corpo celeste mais brilhante do céu, mas, na verdade, ela não tem luz própria (tuchê, Paula Fernandes!), só reflete a luz do Sol. Algumas estrelas que vemos nem existem mais, se extinguiram a bilhões de anos, só que ainda não deu tempo da luz dela parar de chegar até aqui. Já outras estrelas nasceram e ainda não podemos ver, porque ainda não deu tempo da luz nos alcançar.

Tudo é muito vasto, infinito.

Somos seres insignificantes pro Universo, mas nos achamos especiais por algum motivo.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

crônica do nada

Muitas coisas que eu gostava me foram roubadas, de certa forma.

É complicado falar sobre isso, porque é difícil de entender e difícil de explicar.

Imagine que você goste muito de uma coisa, por exemplo, de ir num restaurante. Daí você arruma uma namorada e leva ela lá e ali se torna o lugar preferido dela também. Vocês terminam, mas agora toda vez que você vai nesse lugar você lembra dela ou até mesmo encontra ela lá, com outros caras, inclusive. Não adianta fingir indiferença, aquilo te afeta e não vai ser a mesma coisa, nunca mais. Mesmo que você seja teimoso e queira continuar indo "porque você quer que se foda", não tem jeito, tio, você perdeu, te roubaram aquilo.

Como eu disse, foi só um exemplo, isso pode acontecer de várias formas, com várias coisas. Uma pessoa que conheço perdeu o marido há um tempo atrás, hoje em dia ela não consegue mais comer sorvete de massa, porque, segundo ela, na semana antes de falecer, ele ficou insistindo pra irem tomar sorvete e ela não quis (estava com gripe). O ato de tomar sorvete foi roubado dela, não por uma pessoa e sim pela própria manifestação natural da vida.

Agora vou falar uma coisa polêmica: Em fotos de eventos importantes, como formaturas, aniversários, festas de Natal e Ano Novo, todos deveriam fazer duas versões das fotos em grupo, uma só com a família e amigos mesmo e uma com as namoradas(os)/esposas/maridos.

Quantas vezes não tive que cortar fotos com meus amigos porque aparecia alguma ex de alguém do grupo? Especialmente quando foram términos traumáticos (uma exceção que parece ter virado regra).

E não é que eu não acredite que as pessoas possam ficar muito tempo juntas (ou pra sempre), acontece que nunca sabemos o dia de amanhã, tem coisas que simplesmente não tem como controlar. Imagina perder a última foto em família com um familiar falecido porque tem alguém lá que você não consegue nem olhar na cara mais?

É meio frio, mas é a realidade. Quem nunca se deparou com situações assim é porque ainda vai se deparar.

#pas

terça-feira, 21 de agosto de 2018

e essa é sem refrão memo

E a música que postei ontem (hoje de madrugada, na verdade) está tocando NESTE EXATO MOMENTO na Jovem Pan.

Eu devia ter postado isso no TWITTER OFICIAL DO MURAL DA LIBERDADE, mas fiquei com preguiça de fazer login.


o estrondoso som dos pensamentos

Eu sou uma pessoa que ouve rádio, tenho isso comigo desde muito novo. Quando eu tinha 15~16 anos e trabalhava sozinho no escritório do meu tio durante a tarde, o rádio era meu companheiro. Não era a mesma coisa que colocar uma música de um CD (isso não faltava, já que meu tio vendia CD's), mas o fato do locutor estar ali, digamos, interagindo, me fazia sentir menos sozinho.

Mas esse não é o assunto (vou deixar pra falar sobre o rádio outra hora, talvez no outro blog).

Acontece que eu estava ouvindo rádio e tocou uma música que eu não conhecia até então, apesar de ter reconhecido a banda. O sotaque britânico meio puxado e a má sintonia do rádio me obrigaram a procurar a letra nas interwebs da vida.

Quão surpreso eu não fiquei ao me deparar com uma música tão suave e tão forte ao mesmo tempo. Era uma sensação estranha, como se, em determinados trechos, fosse meu ponto de vista sobre algumas situações e em outros fosse alguém apontando algo em mim, como uma discussão mesmo (pacífica).

Essa música está na minha cabeça há semanas.

Na verdade eu havia esquecido um pouco dela, mas recebi uma vídeo com uma outra música dessa mesma banda, só que interpretada por outra pessoa, e acabei lembrando.

Vou deixar aqui o vídeo e a letra, como de costume.

Keane - Everybody's Changing

You say you wander your own land
But when I think about it I don't see how you can
You're aching, you're breaking
And I can see the pain in your eyes
Says everybody's changing and I don't know why

So little time
Try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I'm trying to stay awake and remember my name
But everybody's changing and I don't feel the same

You're gone from here
Soon you will dissapear
Fading into beautiful light
Cos everybody's changing and I don't feel right

So little time
Try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I'm trying to stay awake and remember my name
But everybody's changing and I don't feel the same

(Instrumental Break)

So little time
Try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I'm trying to stay awake and remember my name
But everybody's changing and I don't feel the same
Oh, everybody's changing and I don't feel the same

----------------------

Tem uma outra versão do vídeo, mas eu achei essa mais legal, porque "everybody's changing".

Eu não vou dissertar sobre toda a letra, só sobre essa passagem:
"So little time
Try to understand that I'm
Trying to make a move just to stay in the game
I'm trying to stay awake and remember my name
But everybody's changing and I don't feel the same"

"Tão pouco tempo
Tente entender que eu estou
Tentando fazer uma jogada só pra me manter no jogo
Eu estou tentando me manter acordado e lembrar meu nome
Mas todos estão mudando e eu não sinto o mesmo"

Isso aí é como estou me sentindo nos últimos meses, como se eu estivesse tentando uma manobra desesperada só pra me manter no jogo (não um jogo em si, é uma metáfora), pra não ficar - mais - pra trás do que já estou e eu tenho pouco tempo pra isso. Enquanto isso, quero "lembrar meu nome", ou seja, não quero me esquecer de quem eu sou. No fim das contas, todo mundo está mudando (mesmo) e eu não sinto o mesmo, digo, não sinto que eu esteja mudando como eu planejei há dois anos atrás.

Eu sei, ficou confuso, mas qual texto meu não fica?

Estou me sentindo pressionado por mim mesmo, também faz parte do contexto da música, ao meu ver.

Tem um assunto derivado (aff) disso que quero tratar em breve. É sobre decisões, incertezas, caminhos e consequências. Era pra eu ter escrito no final de julho (eu havia planejado escrever dia 28 de julho), mas eu ainda não estava à vontade. Ainda não estou, inclusive, porque envolve o modo como eu me enxergo como ser humano.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

todos estão mudando e eu não sei o porquê

Tem sido um ano complicado.


É foda saber que algo que é uma grande barreira pra mim, pra outros, é algo comum.

Imagina um percurso de obstáculos, começando por pequenas pedras e evoluindo para tijolos, muretas, muros, paredões, paredões com espinhos, muralhas com dragões e lava vulcânica, montanhas de ácido com lâminas com terremotos e seres das histórias do Lovecraft, fígado acebolado e berinjela. Nesta sequência mesmo.

Daí tudo se repete, adicionando enxames de abelhas em todas as fases.

Vontade de "limpar o sangue na camisa e mandar se fuder" não falta (é uma referência bem específica), mas não ia ficar mais fácil assim.

Eu só queria saber a verdade.

domingo, 19 de agosto de 2018

se o mundo inteiro pudesse me ouvir

Eu, e todos os homens com um pouco de discernimento, viram, ao longo da vida, que muitos que se dão bem (em todos os sentidos) são os cafajestes, vagabundos e vigaristas. Se você é uma pessoa sem virtudes, qualquer coisinha boa que você faça já te torna um herói na visão da sociedade. Agora se você tenta manter uma atitude correta e justa a maior parte do tempo, ninguém te reconhece. Agora vai você fazer 1% do que esses "malucos" fazem de errado pra tu ver.

"O que adianta um milhão de acertos se só os erros repercute?" Escuta-me - Coruja BC1

Ainda, entretanto, nos resta a opção de não nos entregarmos a baixeza de nos nivelarmos por eles.

Claro, ninguém é bom 100% do tempo, somos humanos e acabamos errando com bastante frequência, mas isso é diferente de se tornar alguém ruim.

Resumindo, porque não quero me estender muito, eu poderia, agora, agir como um cafajeste e me aproveitar das situações, mas eu optei por manter minha consciência limpa.

Bom, estou um pouco confuso. Não com o modo de agir correto, mas com a situação como um todo.

Só o tempo dirá.


segunda-feira, 13 de agosto de 2018

a arte do improviso na confecção de lasanhas

As pessoas realmente não estão preparadas pra ouvir "não".

Trato isso como um tipo de micro experimento social. Agora mesmo, um colega entrou na sala perguntou se eu poderia ajudar em determinada tarefa, eu mandei um "não" bem seco, o cara até gaguejou. Claro que, me conhecendo, ele percebeu que eu estava brincando, mas o cérebro de todos sempre dá essas bugadas momentâneas.

O ponto negativo é que estou ficando com fama de grosso.

"No fun allowed"

Por isso não podemos ter coisas legais.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

você tem foto com todas as pessoas importantes na sua vida?

Entre sexta passada e hoje eu pensei tanta coisa pra escrever aqui, que acho que dariam umas 10 postagens daquelas bem longas.

Me peguei pensando até em como seria se o conceito de várias vidas do espiritismo fosse real e se, caso fosse, se as pessoas poderiam estar ligadas através de várias existências. Claro, logo depois voltei ao meu estado normal de ceticismo, onde a realidade é bem diferente desse mundinho colorido das novelas da Globo.

Também passei um tempo digerindo uma música do Silverchair (Miss You Love) e tentando entender o porquê de eu ter sempre interpretado ela de uma forma tão diferente do que a maioria das pessoas.

Entre estes e outros assuntos, me veio a lembrança de como eu estava lidando com a questão de eleições/política em 2014 e como eu estava bem mais interessado do que hoje. Eu realmente não gosto de ninguém que está aí, mas também não fui muito atrás pra saber, tenho procurado bem pouco sobre esse assunto.

Na real, a única coisa que estou procurando atualmente é ponto de equilíbrio mental. Está difícil.