terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Ficou pronto pavê m1L gr4u, acho que dessa vez ficou melhor que dos anos anteriores.

Tirei uma foto, mas não vou postar no Instagrola, vou deixar pra tirar uma mais bonita de noite junto com as outras coisas.

Eu estou num stress tremendo. Talvez eu tenha sido picado por uma aranha marrom e não notei, achei que fosse pernilongo.

A "Parte 2" vai chegar.

sábado, 28 de dezembro de 2019

parte 1

Estou aqui ouvindo um Nelson Gonçalves. É uma playlist com Belchior, Cartola, Cassiano e outros.

Pesado demais.

Mas não tanto quanto o filme Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças que, como dito na postagem anterior, eu assisti ontem. Pra facilitar, vou referenciar o nome do filme apenas como BEMSL.

Bom, no começo do filme eu pensei várias vezes que, ao contrário do que dizia uma comunidade do Orkut chamada "Eu sou igual ao Joel Barish" que eu participava, eu não sou igual a ele.

"Cara, eu nunca faria isso"
"Eu jamais falaria tal coisa"
"Que atitude besta"


(Eu ia fazer um referência a um episódio de Cavaleiros do Zodíaco, onde o Seiya enfreta Misty de Lagarto, mas eu ia acabar me enrolando)

Acontece que tem traços da personalidade dele que eu me reconheço. Acho que é um personagem feito pra isso, pro maior numero de pessoas se reconhecerem de alguma forma.

Quando começa o processo de apagar as memórias e tem as cenas dele com a Clementine e ela sumindo (ou sendo arrastada, como na parte que eles estão sobre o rio congelado) é que a coisa fica séria. Chega o ponto em que ele pede pra que tal lembrança não seja apagada.

"Por favor, essa não, me deixa só essa"

Mas não adianta.

Ele, então, começa a lutar dentro da própria mente pra tentar salvar as lembranças da Clementine, também sem sucesso. Estava tudo mapeado, o operador da máquina, apesar de estar bêbado e drogado, tinha uma série de alvos que eram eliminados um a um.

Ainda lutando, ele tenta levá-la pra lembranças onde ela não estava originalmente, pra fugir do mapeamento. E, olha só, deu certo. Por pouco tempo.

(Aqui entra uma questão de ética médica, se aquilo nunca tinha acontecido antes, o certo era ter abortado o procedimento de alguma forma, caso isso não acarretasse no Joel virar um vegetal)

É uma sequência de cenas bem fortes que culminam no Joel aceitando que não vai conseguir parar a "deleção" das memórias, finalizando na pesadíssima cena da casa da praia se desfazendo com eles ali dentro, onde o Joel vai embora.

Ali, não havia mais memórias, porque ele foi embora. Mas ele queria ter ficado. Ela queria que ele tivesse ficado também.

Clementine: "Eu queria você tivesse ficado"

Joel: "Eu queria ter ficado também. Agora eu queria ter ficado. Eu queria ter feito um monte de coisas. Eu queria... Eu queria ter ficado. Queria sim"

 (...)


C.: "E se você ficasse dessa vez?"

J.: "Eu saí pela porta. Não sobrou nenhuma memória"

C.: "Volte e faça uma despedida, pelo menos. Vamos fingir que tivemos uma"

Nossa.

Eu também queria ter ficado. Eu também queria ter feito um monte de coisas. Acho que, no fim, eu sou mais parecido com ele do que eu pensava que era.

Vou revisar o texto depois, sem condições agora.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Mais uma vez editando a postagem hahahaha

Estou com sono, então vou resumir.

Assinei o Amazon Prime Vídeo pra ver o filme, pra depois descobrir que ele foi incluído na Netflix ontem ou anteontem.

Enfim, vou discorrer sobre o que achei posteriormente.
Muito decepcionado de ter tomado só meia garrafa de vodka entre a véspera e o dia de Natal.

Agora que não bebo mesmo, virada de ano é na casa da vó, lá ninguém bebe.

Ainda estou indeciso se vou fazer meu pavê de ouro branco, mas vou acabar fazendo. Falando nisso, lembrei de uma coisa que prometi ano passado e que não se cumprirá. Na verdade não foi uma promessa, foi só algo que previ errado.

É um reforço de algo que tenho como parte da minha filosofia de vida desde cedo.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

É um padrão estranho que eu gostaria de explicar, mas não consigo.

A origem disso, como falei em outra postagem anos atrás, se confunde na minha cabeça. Por muito tempo achei que fosse algo ali do início da vida adulta, mas talvez seja do meio da adolescência, mas também pode ser bem do começo da vida escolar.

Bastante surpreendente como esses padrões se repetem indefinidamente.

domingo, 22 de dezembro de 2019

Dias atrás pensava em você citei aqui, ou talvez no HaN, que estava pensando em rever Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. Como não tinha na Netflix e eu não achei (não procurei) o CD:DVD onde gravei o filme cerca de uma década atrás, acabei assistindo outro e meio que esqueci o assunto.

Só que hoje (ontem) eu estava ouvindo um podcast de ciências com temática histórica (no caso era sobre o Império Bizantino) e na leitura de emails eles recomendaram um episódio de um podcast sobre cinema, onde o tema era justamente o tal filme.

Apesar de não concordar com vários pontos ditos no cast, uma coisa parece ser unanimidade: O sentido do filme muda cada vez que você o assiste, especialmente quanto ao modo que você se identifica com algum dos personagens.

A parte que menos concordei com eles foi de terem dito que os sentimentos possam habitar outra parte do corpo que não o cérebro. Disseram isso porque, no filme, mesmo tendo a pessoa apagada da memória, os dois voltam a se encontrar e a sentir algo um pelo outro (também acontece com a personagem da atriz que fez a Mary Jane, claro que não vou lembrar o nome). Incutiram esse fenômeno ao tal amor que transcende as fronteiras da mente, como se houvesse qualquer ligação metafísica entre eles, ignorando fatos conhecidos, onde os sentimentos são apenas reações químicas, ligações sinápticas mediadas por neurotransmissores e produção de hormônios por diversas glândulas, como a ocitocina excretada pelo hipotálamo.

Veja que isso não torna os sentimentos menos bonitos, menos importantes ou menos fortes. Apenas não há nada transcendental.

A alegoria do filme pra demonstrar o processo de apagar uma memória é realmente muito forte. Bem como é dito na película, é um dano cerebral. Sabe o que mais causa dano cerebral e perda de memória? Alzheimer. Só que seletivo e que não progride pra demência e morte.

Enfim, acho que fui muito racional aqui, a análise dos caras foi boa, era o entendimento de cada um e todos tem o direito de pensar de forma diferente (ainda que estejam errados com relação aos pontos acima), mas a arte é isso, ela serve pra nos tirar um pouco do racional, clínico, técnico, etc.

Bem como indicado no podcast, vou reassistir o filme (agora vou mesmo, pela Amazon Prime Vídeo) e depois fazer uma nova postagem, tentando deixar um pouco a ciência de lado, ainda que seja algo bem difícil pra mim.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Cara, segundo dia de férias e eu to mais cansado do que quando estava trabalhando.

Pra vocês verem o nível, eu recusei ir num open bar hoje.

Tá, não foi só por isso, teve outros "motivos" que não convém comentar, mas o fato é que a festa deve estar ficando boa agora e eu estou indo dormir porque estou com MUITO sono.

A parte boa é que minhas garrafas de Absolut chegaram ontem.

Também preciso diminuir a quantidade de óleo no arroz e colocar mais alho.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Esses dias - vulgo ontem - eu estava, como de praxe, voltando de circular pra casa. Eu tinha feito um bate e volta na cidade, porque fui buscar dinheiro no banco e um remédio pra minha mãe na farmácia.

Também, como de costume, tomei na jabiraca de andar mais pra ir em outra farmácia e ela estar fechada e eu ter que voltar meio correndo.

Enfim, no caminho de volta eu estava ouvindo minha playlist rotineira no Spotify, contendo uma miríade de estilos quando, pouco antes do motorista ser parceiro sem saber e ter ido por uma rua paralela a de costume na Nazaré, começou a tocar uma música do Gabriel, o Pensador chamada Palavras Repetidas.

Prática comum no rap, essa música possui referências a outras musicas, sendo um sample do refrão de Pais e Filhos, uma referência mesmo a música Monte Castelo e uma a Quase Sem Querer, todas da Legião Urbana.

(Talvez tenham outras, mas não me peguei)

Na rua da Hutchinson estava na parte que ele diz "Palavras repetidas, mas quais são as palavras que eu mai quero repetir na vida?"

Quais são as palavras que eu mais quero repetir na vida?

Você já parou pra pensar nisso? Sempre fico reflexivo quando ouço essa parte da música.

É uma pergunta que eu não sei responder, fiquei quase dez minutos parado na linha acima.

Não sei como terminar este texto.
Hoje (ontem) eu não tomei meu ácido ascórbico, popularmente conhecido como vitamina C.

Eu já falei que não confio muito em pessoas que gostam do calor?

Ah, estou oficialmente de férias.

Uhul.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Hoje (ontem) eu fiz arroz pela segunda vez.

Ao contrário da primeira, lavei o arroz, usei alho fresco, tudo de bom. Só na hora de temperar que usei Sazon Sabor do Nordeste, pra só depois perceber que tinha pimenta e cachorro não pode comer pimenta.

Tudo bem, resolvi isso depois.

Aliás, no meu arroz cebola não passa nem perto.

Aliás 2, se você quer que eu nunca mais coma na sua casa é só encher o arroz de cebola, mas saiba que eu não ficarei constrangido em comentar sobre isso e largar toda comida no prato.

Só avisando.

xoxo

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

So… what do you think they really are? The stars, I mean
(Então... O que você acha que elas realmente são? Digo, as estrelas.

I… I've never told anyone, but… I've always thought they were lighthouses. Billions of lighthouses…stuck at the far end of the sky.
(Eu... Eu nunca contei a ninguém, mas... Eu sempre pensei que elas fossem torres de farol. Milhares delas... Presas bem no fim do céu.)

 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Quando eu falo sobre lembranças e memória, é mais porque sou realmente fascinado com a mecânica que envolve esse tema do que com elas em si.

Você olhar pra uma pessoa e o formato do corpo dela te lembrar uma época da sua vida é algo simplesmente fantástico.

(Ok, essa frase foi estranha, mas não é o que vocês estão pensando - eu acho)

Ou você sentir UMA NOTA de um perfume e isso te lembrar toda uma fucking cena que durou cerca de 4 horas e foi algo decisivo na sua vida.

É a beleza naturalmente selecionada pela evolução.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Falando, ainda, da vocalista do Roxette, lembramos da bela música Spending My Time e, em seguida, da versão melhorada dela, segue abaixo:


https://www.youtube.com/watch?v=H3GKSB_FQ7k

 INSENSÍVEL!
Ai, dormi 23:30h e acordei 5:30h, quase ideal. Só preciso acordar um pouco mais tarde.

Não lembro o que sonhei, sinal que acordei bem no final de um dos ciclos de sono, ótimo.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Milk and Toast and Honey vai sempre me lembrar da minha mãe.

Eu não gostava, mas não muda o gatilho de lembranças.
A vida sempre encontra um jeito.

Eu já escrevi sobre isso aqui, eu acho fascinante ver como a vida sempre se adapta pra se espalhar por aí. Da outra vez era uma pequena plantinha nascendo no parapeito aqui do prédio (que os passarinhos arrancaram depois), hoje, vindo pro trabalho, tinha um poste com um cabo de aço preso nele e no chão (tem um nome, mas não lembro qual) e havia um tipo de trepadeira (ui) subindo pelo cabo, já estava pra lá da metade do caminho.

Quero tentar tirar uma foto, mas vou ter que vir de bicicleta um dia desses pra fazer isso.

Se eu conseguir, posto no meu Instagrão.
Vou contar brevemente meu sonho de hoje.

Eu estava com um pessoal (todos conhecidos, alguns da família) em uma casa grande, que ficava numa cidade desconhecida. A casa tinha muros altos.

Até aí, beleza, nada de novo no front.

Só que o Estado não existia mais, a sociedade havia colapsado e tinha um epidemia de uma doença qualquer que deixava as pessoas birutas.

O sonho se desenvolveu nesse cenário, mas não lembro de detalhes, só achei curioso que eu tinha que ficar controlando pra ninguém sair e se contaminar hahahaha!
Meu sono até que tá bom, estou indo dormir as 21:00h e acordando as 5:00h. Tudo bem que o melhor era dormir as 23:00h e acordar as 7:00h, mas pelo menos não estou ficando cansado durante o dia.

Vamos ver se consigo manter algo semelhante nas férias.

No mais, preciso descobrir o porquê do meu teclado estar travando o SHIFT. Suspeito que possa ser meu mouse, inclusive.

domingo, 8 de dezembro de 2019

bells

Última semana de trabalho antes das férias. E eu tenho um total de 0 planos.

Acho que, no máximo, matar uma garrafa de Absolut na madrugada do Natal em alguma praça. Nem sei se vai ter Calango de Natal esse ano. Talvez eu pudesse ir pra lá, ver as pessoas fingindo que ainda vivem aquilo, que não envelheceram, que aquele não é um lugar depressivo e que só serve pra trazer lembranças de outros tempos.

Essas datas vão perdendo cada vez mais o significado.

As festas natalinas nas casas são tristes, só não são piores que as de Ano Novo.

Aquela reunião te faz lembrar que as pessoas que você queria que estivessem por perto não estão mais, talvez elas estejam nas casas delas pensando em você também, talvez não. Daí você não aguenta isso e vai lá pra frente do Calango, tentar resgatar um sentimento de juventude que se foi há muito tempo. Só que as pessoas que você queria também não estão lá.

Então você percebe que não era o lugar, não era a ocasião, não era o clima, a música, nem nada disso. Eram as pessoas que faziam os momentos especiais.

Não importa a sua idade, se elas estivessem ali com você, aquele momento também seria especial.

Por fim, talvez eu vá até o Calango na madrugada de Natal, mas eu já sei o que vou encontrar lá e, especialmente, o que não vou encontrar.

Já são quase 8 anos.

Parece que foi ontem.

Foi ontem.

sábado, 7 de dezembro de 2019

Lidar com pessoas burras é moleza, o problema é lidar com gente de cabeça dura que acha que a opinião dela vale mais que uma lei (seja da natureza ou do direito).

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

such

Contei esses dias que eu assisti ao filme Homem-Aranha 3, né?

Ali no começo do filme tem uma cena em que o Peter Parker vai encontrar com a Mary Jane (namorada dele) nos bastidores de uma apresentação dela. Ela comenta algo de que não foi muito aplaudida e ele diz que ela não ouviu pela acústica do teatro, citando a propagação das ondas sonoras até que ela o interrompe e diz:

"Você é muito nerd!"

Não acho que "nerd" seja o termo mais adequado, mas o fato é que eu faço isso - dar explicações científicas, não chamar os outros de nerd - com muita frequência.

Talvez isso seja considerado como "chatice" por muitas pessoas, mas não é como se eu ligasse.

Só ontem devo ter feito isso umas 5 vezes.

Bom, olha só, tenho algo em comum com o Homem-Aranha, agora só falta eu conseguir escalar paredes e arremessar carros.
Tem pessoas que são tão profundas como um filete de água sobre uma pequena irregularidade numa calçada de cimento.

Talvez seja impressão, mas parece que quanto mais superficial alguém é, mais ela idealiza as pessoas pra que estas supram suas expectativas. Expectativas estas que, normalmente, ela mesmo não supriria se invertêssemos as coisas.

Entretanto, é uma correlação, não uma causalidade.

Afinal, há pessoas realmente profundas que acabam tendo esse tipo de comportamento.

Porém, isso não é resultado de nenhum estudo (que eu saiba), apenas uma evidência empírica minha, que não possui qualquer valor científico.

Uma coisa curioso é que pessoas com essas características (superficialidade correlacionada a criação de expectativas irreais) podem ser bastante cativantes, ao menos pra quem não consegue enxergar tais facetas na personalidade.

Por fim, não acho que sejam aspectos imutáveis. Não que eu me importe, aliás.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

O resumo do meu Spotify do ano está, definitivamente, errado.

Vou postar aqui outra hora, mas Racionais em 5° lugar não colou.
Estou aceitando chocotones de presente. De preferência aqueles com bastante recheio.

Panetones eu não quero, mas aceito também, especialmente se for de marca, porque aí eu vendo e compro chocotones.

Inclusive não gostar de chocotone é uma falha de caráter muito grande, só não é pior do que gente que coloca o feijão antes do arroz no prato.
Faustop.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Eu acho que tenho o direito de questionar as pessoas.

E parece que isso incomoda muita gente.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Freud explica.

Ou não.

Eu não acredito em nada metafísico, sobrenatural, parapsicológico ou espiritual. No entanto, me surpreendo com algumas situações, como uma pessoa aparecer no meu sonho, eu acordar, pegar o celular pra ver a hora e ter uma mensagem dela.

Talvez existam ligações entre alguns seres humanos, o que nada tem a ver com destino ou coisas do tipo, talvez seja só uma característica evolutiva que ainda não conhecemos direito. Ou talvez eu só esteja errado.

Bom, semana longa.

domingo, 1 de dezembro de 2019

Apareceu uma recomendação de um vídeo da música Wish You Were Here com cenas do filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças.

Foi um filme que vi diversas vezes ao longo dos anos e cada vez eu o entendia de uma forma, creio que seja um reflexo de como me sinto no momento em que vejo.

Acho que vou ver novamente.

Um outro que tem uma pegada assim é A Origem.

PS: Como não tinha o filme na Netflix, acabei assistindo Homem-Aranha 3.
Mas tem na Amazon Prime Video, vou assinar semana que vem, quando entrar de férias.
Sonhei, novamente, que eu estava perdido em uma cidade grande.

Em outra ocasião eu sonhei que estava em um lugar parecido, só que entrei em dois lugares e encontrei dois conhecidos. Desta vez, os lugares ainda existiam, mas os conhecidos não estavam mais lá.

Pouco antes neste sonho de hoje eu estava pra entrar em um cinema, olhando os preços e pensando se valia a pena ver o filme Coringa dublado. Acabei não indo, ocasião em que me perdi na saída.

Esse negócio de estar perdido em um lugar desconhecido é um sonho meio recorrente comigo, possivelmente relacionado a alguma situação que estou passando na vida real, mas por não me lembrar como eu estava das outras vezes eu não consigo relacionar uma causa mais específica.