quarta-feira, 6 de maio de 2020

me enterre, não estou fugindo de você

Gosto de falar dos sonhos que tenho, apesar de que, aparentemente, isso interesse somente a mim.

No de hoje eu estava num posto de gasolina em Mogi Guaçu com meu pai e mais alguém, talvez minha irmã, e a conveniência do posto era tipo uma padaria bem grande. Eu andava lá dentro e tinha muita coisa, eu olhei uma estante de panetones/chocotones e ficava pensando que logo haveria escassez desses itens por conta da pandemia.

Eu estava procurando mortadela pra comprar, achei, peguei mais uns pães e alguém me ligou. A pessoa me disse que eu tinha que ir pra São João da Boa Vista porque tinha que fazer um concurso lá.

Avisei meu pai e ele foi pegar o carro pra me levar. Só que não eram os carros atuais dele, era um Gol quadrado que ele teve quando eu tinha uns 12 anos. Ele usava etanol como combustível e não tinha partida a frio como os carros de hoje, então dava aquele trabalhão pra ligar no inverno. Teve uma vez que, coincidentemente indo pra São João da Boa Vista num dia chuvoso, meu pai resolveu cortar o pedágio e foi por uma estrada de terra e o carro não subiu porque virou um lamaçal.

Enfim, continuando, achei curiosa essa lembrança do carro no sonho, além do sentimento de urgência de chegar ao destino. Destino esse que não chegamos porque acordei.

Outra coisa foi a mortadela, estou desde domingo com vontade de comer isso, mas só vou comprar amanhã. Eu nem gosto tanto, normalmente não como essas porcarias embutidas, mas sei lá, devo estar grávido (no homo) hahaha!

E se eu quisesse quebrar?

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