Eu tenho uma vaga lembrança de escrever poemas quando criança. Não tenho certeza se isso era comum ou se escrevi alguns pra alguma atividade dos primeiros anos de escola.
Não sei o porquê eu lembrei disso ontem. Fiquei com uma estrofe na cabeça, em inglês, que não sei se fui eu que criei ou se li em algum lugar.
O último que me lembro de ter escrito deve fazer bem uns 10 anos ou um pouco mais, em um outro blog.
Lembrei também do clipe da música Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, onde o professor tira sarro do moleque porque ele estava escrevendo poemas.
Não sei pra quê estou escrevendo isso. Because of reasons.
segunda-feira, 11 de março de 2019
um dia me disseram...
Das músicas nacionais, há aquelas que que ficam juntas com as que postei antes.
Durante um período da minha vida, se não me falha a memória, entre 2001 e 2003, TODOS OS DIAS eu chegava da escola e, após almoçar, colocava o DVD de onde foi extraído o vídeo da primeira música. Eu sabia todas as letras, cantava todas. Engenheiros do Hawaii, pra mim, foi mais marcante que Legião Urbana e demais bandas nacionais.
Engenheiros do Hawaii - Piano Bar
A segunda música, do mesmo DVD, tem um instrumental que acho bem melancólico:
Engenheiros do Hawaii - Refrão de Bolero
E, por fim, uma música que deixava meu "eu" adolescente bastante pensativo:
Engenheiros do Hawaii - Terra de Gigantes
Eu poderia postar muitas outras músicas deles que são importantes pra mim, mas, por enquanto, vamos com essas.
Ah, o podcast ainda vai sair, mas tive alguns problemas com meu computador e preciso resolver primeiro.
Durante um período da minha vida, se não me falha a memória, entre 2001 e 2003, TODOS OS DIAS eu chegava da escola e, após almoçar, colocava o DVD de onde foi extraído o vídeo da primeira música. Eu sabia todas as letras, cantava todas. Engenheiros do Hawaii, pra mim, foi mais marcante que Legião Urbana e demais bandas nacionais.
Engenheiros do Hawaii - Piano Bar
A segunda música, do mesmo DVD, tem um instrumental que acho bem melancólico:
Engenheiros do Hawaii - Refrão de Bolero
E, por fim, uma música que deixava meu "eu" adolescente bastante pensativo:
Engenheiros do Hawaii - Terra de Gigantes
Eu poderia postar muitas outras músicas deles que são importantes pra mim, mas, por enquanto, vamos com essas.
Ah, o podcast ainda vai sair, mas tive alguns problemas com meu computador e preciso resolver primeiro.
sábado, 9 de março de 2019
AGORA
Aí vai mais uma, não vou ficar escrevendo muito sobre, mas eu gosto muito dessa banda desde que eu era bem novo.
Na verdade são duas músicas. Novamente, não vou postar letra nem nada, porque não importam.
Se fosse ver, eu teria que postar tipo umas 20 músicas deles que entram como músicas que eu gosto de ouvir porque sim. Porém, por enquanto, ficam estas duas, especialmente a segunda.
Pink Floyd - Wish You Were Here
Pink Floyd - Comfortably Numb
É isso.
Na verdade são duas músicas. Novamente, não vou postar letra nem nada, porque não importam.
Se fosse ver, eu teria que postar tipo umas 20 músicas deles que entram como músicas que eu gosto de ouvir porque sim. Porém, por enquanto, ficam estas duas, especialmente a segunda.
Pink Floyd - Wish You Were Here
Pink Floyd - Comfortably Numb
É isso.
sexta-feira, 8 de março de 2019
o espelho
Assim como essa que postei antes do Radiohead, tem uma sorte de músicas que eu simplesmente gosto e que me colocam meio que numas viagens sóbrias. Da mesma forma, não faz exatamente diferença do que diz a letra, a música é muito mais que isso.
Você pode, basicamente, transmitir um sentimento/emoção através de um som, seja ele de uma guitarra, um sintetizador, uma bateria ou até mesmo um grito.
Um exemplo é o beat dessa música (https://www.youtube.com/watch?v=7A5EWvPktbo), dá pra sentir que ela te transmite algo melancólico, especialmente nos intervalos da letra.
Certa vez vi um filme que falava sobre música, em determinado ponto o cara explicava algo sobre as batidas da música, como que o cérebro interpreta aquilo e a reação do nosso corpo a cada velocidade e cadência. No caso, ele falava sobre música eletrônica, mas é bem fácil fazer um paralelo e entender que se aplica a todo o tipo de manifestação musical.
Antes do surgimento do Spotify, as pessoas que tinham acesso a computadores e internet ouviam música por media players (aplicativos), como o Windows Media Player. Neles, você podia criar playlists com o que você tinha no computador. Dava pra fazer uma pra cada ocasião (eu tinha playlist pra ouvir enquanto estudava inglês, pra ouvir no trabalho, pra ouvir no banho, etc) ou estado de humor.
Eu não vou abrir a pasta agora, mas devo ter por volta de 30 playlists diferentes salvas dessa época. Algumas tem até a data de criação. Cheguei até a recriar uma dessas playlists no Spotify e pretendo recriar outras, mas vai demorar.
Resumindo, a música é muito importante pra mim e ela é FORTEMENTE ligada a memória, tanto quanto ou até mais que a memória olfativa.
Eu vou deixar aqui uma outra música, sem qualquer relação as letras, apenas a melodia.
E é essa apresentação em específico, eu baixei esse vídeo (somente o som, claro) em formato mp3 e costumava ouvir antes de dormir. Não hoje, alguns anos atrás.
Evanescence - Lost in Paradise
Não vou botar a letra, até porque, como eu disse, não importa a letra em si.
Bom, vou dormir. Aliás, acho que voltei a ter problemas pra dormir. Vou ter que revisar esse texto amanhã.
Você pode, basicamente, transmitir um sentimento/emoção através de um som, seja ele de uma guitarra, um sintetizador, uma bateria ou até mesmo um grito.
Um exemplo é o beat dessa música (https://www.youtube.com/watch?v=7A5EWvPktbo), dá pra sentir que ela te transmite algo melancólico, especialmente nos intervalos da letra.
Certa vez vi um filme que falava sobre música, em determinado ponto o cara explicava algo sobre as batidas da música, como que o cérebro interpreta aquilo e a reação do nosso corpo a cada velocidade e cadência. No caso, ele falava sobre música eletrônica, mas é bem fácil fazer um paralelo e entender que se aplica a todo o tipo de manifestação musical.
Antes do surgimento do Spotify, as pessoas que tinham acesso a computadores e internet ouviam música por media players (aplicativos), como o Windows Media Player. Neles, você podia criar playlists com o que você tinha no computador. Dava pra fazer uma pra cada ocasião (eu tinha playlist pra ouvir enquanto estudava inglês, pra ouvir no trabalho, pra ouvir no banho, etc) ou estado de humor.
Eu não vou abrir a pasta agora, mas devo ter por volta de 30 playlists diferentes salvas dessa época. Algumas tem até a data de criação. Cheguei até a recriar uma dessas playlists no Spotify e pretendo recriar outras, mas vai demorar.
Resumindo, a música é muito importante pra mim e ela é FORTEMENTE ligada a memória, tanto quanto ou até mais que a memória olfativa.
Eu vou deixar aqui uma outra música, sem qualquer relação as letras, apenas a melodia.
E é essa apresentação em específico, eu baixei esse vídeo (somente o som, claro) em formato mp3 e costumava ouvir antes de dormir. Não hoje, alguns anos atrás.
Evanescence - Lost in Paradise
Não vou botar a letra, até porque, como eu disse, não importa a letra em si.
Bom, vou dormir. Aliás, acho que voltei a ter problemas pra dormir. Vou ter que revisar esse texto amanhã.
quinta-feira, 7 de março de 2019
Acabei de ver uma coisa muito foda.
Fui olhar pela janela do trabalho e aqui tem tipo um parapeito depois do vidro. Nesse parapeito, tem uma pequena rachadura com um buraco. Logo acima, tem um ar condicionado. Deste, cai água vinda de dentro do aparelho e esta passa pela rachadura.
De alguma forma, está nascendo um tipo de grama nessa pequena rachadura.
Olha que sequência de eventos que coincidiram nisso, não é foda? É tipo quando você vê nascer uma plantinha num piso de concreto.
Como dizem, né, a vida sempre acha um jeito.
Fui olhar pela janela do trabalho e aqui tem tipo um parapeito depois do vidro. Nesse parapeito, tem uma pequena rachadura com um buraco. Logo acima, tem um ar condicionado. Deste, cai água vinda de dentro do aparelho e esta passa pela rachadura.
De alguma forma, está nascendo um tipo de grama nessa pequena rachadura.
Olha que sequência de eventos que coincidiram nisso, não é foda? É tipo quando você vê nascer uma plantinha num piso de concreto.
Como dizem, né, a vida sempre acha um jeito.
heh
Assim que cicatrizar minha cirurgia, vou dar um jeito de ir num rodízio de carnes. Não sei onde, não sei com quem, mas vou.
Mas tem que ser um BOM, porque tem uns aí que vou te falar.
Minha base comparativa é um rodízio que fui na churrascaria Chimarrão, onde comi até carne de jacaré. Nunca vou esquecer, também, aquela peça gigante de cupim que brilhava de tanta gordura e gostosura. Eu poderia morar naquele cupim.
A boca chega a encher d'água.
Mas tem que ser um BOM, porque tem uns aí que vou te falar.
Minha base comparativa é um rodízio que fui na churrascaria Chimarrão, onde comi até carne de jacaré. Nunca vou esquecer, também, aquela peça gigante de cupim que brilhava de tanta gordura e gostosura. Eu poderia morar naquele cupim.
A boca chega a encher d'água.
we escape
Quando eu criei este blog, o intuito era ter um lugar pra escrever sem me preocupar diretamente com quem está lendo, porque meu blog principal tinha acessos diversos de amigos e conhecidos. Até por isso o nome do blog é Mural da Liberdade, em alusão a um conceito meu de um local físico onde eu ou qualquer pessoa pudesse se expressar de qualquer maneira que quisesse.
Antes daqui, eu cheguei a criar um outro blog (que ainda existe, mas não posto desde 2016 eu acho), onde é impossível que uma pessoa "comum" saiba que é meu. Nem que alguém que me conheça o ache (chances tendem a 0), não vai reconhecer nada do que escrevi lá e nem tem nenhum dado meu. Foram poucas postagens, umas 15, apenas.
E sabe o que é curioso? Tanto aqui, que está vinculado com meus outros blogs e qualquer um que os acesse consegue chegar até este, quanto lá eu tenho o mesmo bloqueio de escrever realmente TUDO. Eu tinha um caderno onde eu escrevi coisas bem pesadas uma vez, depois de um tempo eu arranquei aquelas folhas e "dei um fim" nelas. Quando escrevo aqui, quando escrevia no meu outro blog e até quando escrevia no caderno, eu SEMPRE tive bloqueios pra realmente me libertar de certas amarras.
Isso porque não tem nada de grave.
Na época em que surgiu aquele site Ask.Fm, eu também criei uma conta lá escrito "Eu respondo tudo". E eu realmente respondia tudo, porém depende.
Eu acho estranho essa dificuldade minha, de verdade. Talvez um pouco venha de eu sempre ter sido alguém que não gosta de falar sobre mim ou que os outros saibam muito sobre mim.
Eu ainda quero quebrar essas correntes sociais, porque, em espírito, eu sei que sou livre.
Vou começar com uma música que, pra mim, é muito forte. Ouvi ela em duas ocasiões distintas (duas séries) e, apesar de saber do que fala a letra diretamente, a minha interpretação é mais "emocional auditiva". Sabe aquelas músicas que te tocam de uma forma que independem da letra ou do contexto? Então, é isso.
Radiohead - Exit Music (For a Film)
Wake from your sleep
The drying of your tears
Today we escape, we escape
Pack and get dressed
Before your father hears us
Before all hell breaks loose
Breathe, keep breathing
Don't lose your nerve
Breathe, keep breathing
I can't do this alone
Sing us a song
A song to keep us warm
There's such a chill
Such a chill
And you can laugh a spineless laugh
We hope your rules and wisdom choke you
Now we are one in everlasting peace
We hope that you choke, that you choke
We hope that you choke
That you choke
We hope that you choke
That you choke
------------
Essa música chega a ser um pouco claustrofóbica, sei lá.
Antes daqui, eu cheguei a criar um outro blog (que ainda existe, mas não posto desde 2016 eu acho), onde é impossível que uma pessoa "comum" saiba que é meu. Nem que alguém que me conheça o ache (chances tendem a 0), não vai reconhecer nada do que escrevi lá e nem tem nenhum dado meu. Foram poucas postagens, umas 15, apenas.
E sabe o que é curioso? Tanto aqui, que está vinculado com meus outros blogs e qualquer um que os acesse consegue chegar até este, quanto lá eu tenho o mesmo bloqueio de escrever realmente TUDO. Eu tinha um caderno onde eu escrevi coisas bem pesadas uma vez, depois de um tempo eu arranquei aquelas folhas e "dei um fim" nelas. Quando escrevo aqui, quando escrevia no meu outro blog e até quando escrevia no caderno, eu SEMPRE tive bloqueios pra realmente me libertar de certas amarras.
Isso porque não tem nada de grave.
Na época em que surgiu aquele site Ask.Fm, eu também criei uma conta lá escrito "Eu respondo tudo". E eu realmente respondia tudo, porém depende.
Eu acho estranho essa dificuldade minha, de verdade. Talvez um pouco venha de eu sempre ter sido alguém que não gosta de falar sobre mim ou que os outros saibam muito sobre mim.
Eu ainda quero quebrar essas correntes sociais, porque, em espírito, eu sei que sou livre.
Vou começar com uma música que, pra mim, é muito forte. Ouvi ela em duas ocasiões distintas (duas séries) e, apesar de saber do que fala a letra diretamente, a minha interpretação é mais "emocional auditiva". Sabe aquelas músicas que te tocam de uma forma que independem da letra ou do contexto? Então, é isso.
Radiohead - Exit Music (For a Film)
Wake from your sleep
The drying of your tears
Today we escape, we escape
Pack and get dressed
Before your father hears us
Before all hell breaks loose
Breathe, keep breathing
Don't lose your nerve
Breathe, keep breathing
I can't do this alone
Sing us a song
A song to keep us warm
There's such a chill
Such a chill
And you can laugh a spineless laugh
We hope your rules and wisdom choke you
Now we are one in everlasting peace
We hope that you choke, that you choke
We hope that you choke
That you choke
We hope that you choke
That you choke
------------
Essa música chega a ser um pouco claustrofóbica, sei lá.
terça-feira, 5 de março de 2019
núcleo duro
Cara, que saudades que tenho de ouvir hardcore/post hardcore/post punk/screamo.
Hoje em dia não consigo mais, sei lá, me incomoda o barulho.
Mas, de vez em quando, ouço algo desses estilos em algum vídeo qualquer e fico lembrando de como era bom ficar fuçando no MySpace e achando bandas novas. Tenho álbuns aqui que, quando eu baixei, tinham tipo 150 downloads apenas. Algumas das bandas lançaram só um disco.
Dá pra fazer isso pelo Spotify hoje, mas eu não tenho o mesmo pique de ficar procurando.
Acho que era algo da idade mesmo, de procurar por coisas que te fizessem se sentir incluso em algum grupo. E eu me identificava com esse pessoal do hardcore nos gostos e no fato de estar constantemente bêbado também.
Se eu tivesse qualquer tipo de habilidade musical, eu provavelmente teria montado uma banda nessa época hahahaha (apesar de muitas bandas que vi por aí ninguém tinha nenhuma habilidade musical).
Eu também gostava bastante de british rock, era algo que eu consumia também. Achava o estilo de se vestir dessa galera muito foda, pareciam um bando de bêbados com roupas rasgadas e sujas de tinta. Mas é igual tatuagem, eu acho legal ver nos outros, mas eu não usaria aquelas roupas.
Na minha cabeça, pra pessoa poder se vestir daquela forma e não ficar parecendo um idiota, teria que ter aquilo na sua essência e eu não tinha.
Talvez fosse um pouco de baixa autoestima da minha parte, mas a adolescência não foi fácil mesmo.
Hoje em dia não consigo mais, sei lá, me incomoda o barulho.
Mas, de vez em quando, ouço algo desses estilos em algum vídeo qualquer e fico lembrando de como era bom ficar fuçando no MySpace e achando bandas novas. Tenho álbuns aqui que, quando eu baixei, tinham tipo 150 downloads apenas. Algumas das bandas lançaram só um disco.
Dá pra fazer isso pelo Spotify hoje, mas eu não tenho o mesmo pique de ficar procurando.
Acho que era algo da idade mesmo, de procurar por coisas que te fizessem se sentir incluso em algum grupo. E eu me identificava com esse pessoal do hardcore nos gostos e no fato de estar constantemente bêbado também.
Se eu tivesse qualquer tipo de habilidade musical, eu provavelmente teria montado uma banda nessa época hahahaha (apesar de muitas bandas que vi por aí ninguém tinha nenhuma habilidade musical).
Eu também gostava bastante de british rock, era algo que eu consumia também. Achava o estilo de se vestir dessa galera muito foda, pareciam um bando de bêbados com roupas rasgadas e sujas de tinta. Mas é igual tatuagem, eu acho legal ver nos outros, mas eu não usaria aquelas roupas.
Na minha cabeça, pra pessoa poder se vestir daquela forma e não ficar parecendo um idiota, teria que ter aquilo na sua essência e eu não tinha.
Talvez fosse um pouco de baixa autoestima da minha parte, mas a adolescência não foi fácil mesmo.
segunda-feira, 4 de março de 2019
domingo, 3 de março de 2019
Tomei muito antibiótico quando mais novo e nunca fiquei mal como estou dessa vez. Lembro das pessoas falando sobre antibióticos deixar elas com o corpo ruim e eu nunca tive nada disso. Parece que, de uma hora pra outra, todos os remédios resolveram me fazer mal (que não faziam antes).
Nem se eu quisesse beber eu conseguiria.
Parabéns pra quem conseguiu ir no carnaval, tomara que chova hahahaha
Nem se eu quisesse beber eu conseguiria.
Parabéns pra quem conseguiu ir no carnaval, tomara que chova hahahaha
fool
Pelo menos o soluço passou.
É isso que falo sobre eu exacerbar tudo. Ontem, quando comecei a soluçar, eu só conseguia lembrar de uma reportagem que vi uma vez de um cara que sofria de soluço crônico havia uns 30 anos.
Aliás, eu confirmei que era mesmo a dexametasona, visto que na própria bula está escrito, em reações adversas, que pode causar soluços.
Mas o antibiótico ainda está me dando queimação, mesmo eu tomando omeprazol.
Estou parecendo um velho, tomando um monte de remédio e torcendo pra chover no carnaval hahahaha!
Bora.
É isso que falo sobre eu exacerbar tudo. Ontem, quando comecei a soluçar, eu só conseguia lembrar de uma reportagem que vi uma vez de um cara que sofria de soluço crônico havia uns 30 anos.
Aliás, eu confirmei que era mesmo a dexametasona, visto que na própria bula está escrito, em reações adversas, que pode causar soluços.
Mas o antibiótico ainda está me dando queimação, mesmo eu tomando omeprazol.
Estou parecendo um velho, tomando um monte de remédio e torcendo pra chover no carnaval hahahaha!
Bora.
sábado, 2 de março de 2019
e ela é querosene
Depois de um tempo as paradas começam a fazer sentido e você vai enxergando que, realmente, como tenho notado, o tempo sempre passa.
Um dente extraído demora até 3 meses pra completar todo processo de cicatrização interna (incluindo formação de osso), se algo físico e pequeno pode demorar tanto, porque feridas maiores não demorariam mais?
Eu sempre leio sobre esses "gurus espirituais" que arrebanham milhares de pessoas (tipo esse tal de Osho) e fico pensando "Caralho, como tem gente burra nesse mundo que se deixa manipular e acredita em tantas mentiras?". Sempre fui alguém desconfiado.
Só que eu, no alto da minha arrogância, também acreditei em mentiras. E talvez por muito mais tempo que muitos seguidores desses tais gurus. A diferença é que sou muito mais cauteloso que a maioria destes.
Conheci um cara, bem mais velho que eu, que era "discípulo" de um outro. Quando eu o conheci, ele já tinha essa relação há quase 20 anos e, na época, eu tinha apenas 15. Esse cara, certa vez, descobriu as mentiras que o seu "mestre" escondia. A decepção acabou com ele, porque aquele homem era o centro de tudo na vida desse cara. Em conversas que tive com ele posteriormente, ficava bem claro que ele tinha sido fortemente afetado por isso.
Tem uma analogia sobre confiança que acho pertinente: Confiar em alguém é como andar numa prancha de pirata com a pessoa que você confia segurando a ponto que fica dentro do navio, quanto mais você confia, mais pra frente você vai e mais fácil fica de você cair se a pessoa soltar a ponta da prancha.
Como já dizia Mano Brown "A confiança é uma mulher ingrata, que te beija e te abraça, te rouba e te mata.", logo em seguida "Desacreditar? Nem pensar, só naquelas, se uma mosca ameaçar me catar piso nela".
Aprendi essas coisas bem cedo na vida, pra falar a verdade.
Então, realmente, não está sendo fácil. Mas pelo menos eu sei que nunca fui pra ponta da prancha e me sinto feliz por isso.
A verdade sempre vencerá. E o tempo vai continuar passando.
Um dente extraído demora até 3 meses pra completar todo processo de cicatrização interna (incluindo formação de osso), se algo físico e pequeno pode demorar tanto, porque feridas maiores não demorariam mais?
Eu sempre leio sobre esses "gurus espirituais" que arrebanham milhares de pessoas (tipo esse tal de Osho) e fico pensando "Caralho, como tem gente burra nesse mundo que se deixa manipular e acredita em tantas mentiras?". Sempre fui alguém desconfiado.
Só que eu, no alto da minha arrogância, também acreditei em mentiras. E talvez por muito mais tempo que muitos seguidores desses tais gurus. A diferença é que sou muito mais cauteloso que a maioria destes.
Conheci um cara, bem mais velho que eu, que era "discípulo" de um outro. Quando eu o conheci, ele já tinha essa relação há quase 20 anos e, na época, eu tinha apenas 15. Esse cara, certa vez, descobriu as mentiras que o seu "mestre" escondia. A decepção acabou com ele, porque aquele homem era o centro de tudo na vida desse cara. Em conversas que tive com ele posteriormente, ficava bem claro que ele tinha sido fortemente afetado por isso.
Tem uma analogia sobre confiança que acho pertinente: Confiar em alguém é como andar numa prancha de pirata com a pessoa que você confia segurando a ponto que fica dentro do navio, quanto mais você confia, mais pra frente você vai e mais fácil fica de você cair se a pessoa soltar a ponta da prancha.
Como já dizia Mano Brown "A confiança é uma mulher ingrata, que te beija e te abraça, te rouba e te mata.", logo em seguida "Desacreditar? Nem pensar, só naquelas, se uma mosca ameaçar me catar piso nela".
Aprendi essas coisas bem cedo na vida, pra falar a verdade.
Então, realmente, não está sendo fácil. Mas pelo menos eu sei que nunca fui pra ponta da prancha e me sinto feliz por isso.
A verdade sempre vencerá. E o tempo vai continuar passando.
sexta-feira, 1 de março de 2019
eu sou um forfri
Vejo muito o povo falar de "racismo estrutural" e eu compreendo bem esse conceito e sei que é real.
Da mesma forma, tenho notado que existe uma "desonestidade estrutural" na nossa sociedade: A pessoa é desonesta sem nem perceber e ainda quer sair cantando vitória e pagando de bom moço.
Isso é uma coisa que me cansa num nível.... A real é que cheguei num ponto da vida em que simplesmente não quero despender tempo pra tentar mostrar e explicar essas merda, prefiro dar um joinha e seguir o baile.
Basicamente eu estou cansando de ser combativo com tudo. Não vela o esforço. Até as discussões sociais em fóruns estão me cansando e eu, aos poucos, estou abandonando e ficando só nos tópicos de cotidiano e imagens engraçadas.
We live in dark times.
Da mesma forma, tenho notado que existe uma "desonestidade estrutural" na nossa sociedade: A pessoa é desonesta sem nem perceber e ainda quer sair cantando vitória e pagando de bom moço.
Isso é uma coisa que me cansa num nível.... A real é que cheguei num ponto da vida em que simplesmente não quero despender tempo pra tentar mostrar e explicar essas merda, prefiro dar um joinha e seguir o baile.
Basicamente eu estou cansando de ser combativo com tudo. Não vela o esforço. Até as discussões sociais em fóruns estão me cansando e eu, aos poucos, estou abandonando e ficando só nos tópicos de cotidiano e imagens engraçadas.
We live in dark times.
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